NOVA MUTUM

Corrida do Trabalhador arrecada 3.600 litros de leite

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Evento promovido pela Prefeitura e SMELC promoveu solidariedade

Os 1.430 atletas participantes da 14ª Corrida do Trabalhador doaram 3.600 litros de leite longa vida ao entregarem 2 litros cada no ato da retirada dos kits. A Prefeitura de Nova Mutum, por meio da Secretaria de Esporte, Lazer e Cultura (SMELC), realizou a competição neste último domingo (3.mai.2026) nas ruas da cidade, reunindo competidores de diversas faixas etárias que, além de promoverem saúde e bem-estar por meio do esporte, contribuíram com os donativos que foram destinados à Assistência Social, CRAS, Mercado do Bem e Banco do Leite do município.

A programação alusiva ao Dia do Trabalho, comemorado em 1º de maio, destacou o esporte como ferramenta essencial de inclusão social e convivência comunitária. Com percursos adaptados para diferentes níveis de preparação física, a corrida atraiu participantes desde jovens até idosos, reforçando o compromisso da administração municipal com iniciativas que unem atividade física, responsabilidade social e engajamento cidadão. Essa edição superou as edições anteriores em volume de ações, evidenciando o envolvimento crescente da população em ações solidárias.

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A entrega oficial dos 3.600 litros de leite ocorreu nesta terça-feira (5.mai.2026), no Mercado do Bem, com a presença do prefeito Leandro Félix e do secretário de Esporte, Lazer e Cultura, Toshio Takagui, secretário de Assistência Social, Reginaldo Luiz de Oliveira e representantes de instituições parceiras.

Essa Corrida do Trabalhador não é apenas uma competição, mas um ato de cidadania que se transforma em solidariedade, beneficiando diretamente quem mais precisa. Estamos orgulhosos do comprometimento de cada atleta e da parceria que fortalece nossa rede de proteção social“, afirmou o prefeito Leandro Félix durante a entrega.

O secretário de Esporte, Lazer e Cultura, Toshio Takagui, destacou o impacto multiplicador da iniciativa. “Com 1.430 participantes doando leite, geramos um volume expressivo que será distribuído de forma eficiente pela Assistência Social. Eventos como esse consolidam Nova Mutum como uma cidade ativa, saudável e solidária, promovendo o bem-estar coletivo“.

As projeções indicam que os 3.600 litros atenderão centenas de famílias nos próximos meses, enquanto a Corrida do Trabalhador já se consolida como um dos maiores eventos esportivos do calendário municipal.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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