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Delegação de VG disputa Jogos Paralímpicos Escolares de MT

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Evento acontece até sexta-feira (7) em Cáceres

A delegação do paradesporto de Várzea Grande está em Cáceres representando o Município nos Jogos Paralímpicos Escolares de Mato Grosso. Os atletas embarcaram na última segunda-feira (3) para a competição, que reúne delegações de diversas cidades do Estado e segue até a próxima sexta-feira (7), último dia de disputas.

Ao todo, cerca de 30 integrantes participam da viagem, entre atletas, professores, equipe técnica, staff e familiares. Aproximadamente 20 atletas disputam as modalidades de atletismo, bocha adaptada e parabadminton, levando o nome de Várzea Grande para uma das principais competições do calendário estadual do paradesporto escolar.

A preparação dos competidores é realizada por meio do projeto VG Mais Esporte, desenvolvido pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL). O programa oferece treinamento especializado, acompanhamento técnico e suporte ao desenvolvimento esportivo de crianças, adolescentes e jovens com deficiência ou necessidades específicas.

Entre os destaques da delegação está a equipe de bocha adaptada, modalidade na qual Várzea Grande se consolidou como referência em Mato Grosso. O Município conta com atletas experientes, como Luís, competidor de alto rendimento, além dos medalhistas Josiele e Miguel, que retornam às disputas em busca de novos pódios.

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Além da bocha adaptada, a delegação participa das provas de atletismo paralímpico, com cerca de 12 atletas, e das disputas de parabadminton, reforçando o crescimento das modalidades desenvolvidas pelo projeto.

O coordenador do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande, Rodrigo Rafael Pires da Silva, destaca que a equipe chega à competição preparada e determinada a representar bem o Município.

“Cada competição é uma oportunidade para nossos atletas mostrarem a evolução conquistada durante os treinamentos. Independentemente dos resultados, eles já são exemplos de dedicação, disciplina e superação, e temos confiança de que farão uma grande participação em Cáceres.”

Atualmente, o VG Mais Esporte atende cerca de 174 atletas ativos do paradesporto, promovendo inclusão, autonomia e qualidade de vida por meio da prática esportiva.

Para o superintendente de Esporte e Lazer, Edmilson Piranha, a participação da delegação representa o resultado de um trabalho contínuo de incentivo ao esporte inclusivo.

“Nossos atletas chegam a essa competição preparados e conscientes do potencial que possuem. O importante é competir com dedicação, representar Várzea Grande com orgulho e mostrar que o esporte é uma ferramenta de inclusão, desenvolvimento e transformação de vidas.”

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A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressalta que o investimento no paradesporto tem ampliado oportunidades para crianças e jovens do Município.

“O desempenho dos nossos atletas é reflexo de um trabalho sério, desenvolvido diariamente por profissionais comprometidos e por estudantes que acreditam no esporte como caminho para o crescimento pessoal. O VG Mais Esporte continua fortalecendo a inclusão e criando oportunidades para que nossos talentos alcancem novos desafios e conquistas.”

O retorno da delegação a Várzea Grande está previsto para a próxima sexta-feira (7), após o encerramento das competições, quando atletas e comissão técnica trarão na bagagem a experiência adquirida e, possivelmente, novas conquistas para o paradesporto do Município.

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Escola da Comunidade reúne até 120 moradores

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Foto: Botof

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026

A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Lenine de Campos, no bairro Jardim União, reúne de 100 a 120 moradores por dia em atividades gratuitas de esporte e lazer oferecidas pelo programa Escola da Comunidade. Nesta terça-feira (15), crianças, jovens e adultos participaram da programação noturna, com opções de ginástica funcional, futsal e vôlei.

Desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o programa utiliza os espaços das unidades municipais fora do horário das aulas. Na EMEB Lenine de Campos, as atividades são realizadas às terças, quintas e sábados e atendem pessoas com idades entre 5 e 60 anos.

“A escola pública é muito mais do que um espaço de ensino: ela também deve estar a serviço da comunidade. A melhor forma de cuidar do patrimônio público é garantir que ele cumpra sua finalidade, sendo utilizado e preservado pela população. Com o projeto Escola da Comunidade, queremos manter esses espaços vivos e integrados aos bairros, oferecendo atividades que promovam saúde, convivência, diversão e lazer para pessoas de todas as idades”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Mateus Silva Alves.

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A programação começa às 18h, com a ginástica funcional voltada ao público feminino. Das 19h às 21h30, a quadra recebe as atividades de futsal e vôlei, que atendem cerca de 50 crianças e jovens dos públicos masculino e feminino. O funcionamento no período noturno também facilita a participação de trabalhadores e de pessoas que não conseguem praticar exercícios durante o dia.

Segundo o professor de Educação Física e instrutor do projeto, Janir Augusto de Aquiles Júnior, as atividades estimulam hábitos mais saudáveis e favorecem a convivência entre os moradores. “O principal benefício é a qualidade de vida. Temos alunas que relatam perda de peso, melhora da autoimagem e mais disposição. Além disso, o projeto movimenta a quadra e promove a integração entre os jovens e a comunidade”, afirmou.

O diretor da unidade, professor Elias Alves, também destaca a aproximação entre a escola e os moradores. “A abertura da escola fortaleceu a integração com a comunidade e ampliou a participação das famílias na vida escolar. Às terças, quintas e sábados, recebemos mães, pais, alunos e outros moradores em atividades esportivas, culturais e de lazer. Essa presença aproxima as famílias da escola, fortalece os vínculos e contribui para o desenvolvimento dos estudantes”, declarou.

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A vigilante Camila Rosenberg procurou o projeto como uma alternativa para deixar o sedentarismo e pretende continuar frequentando as aulas. “Vi o anúncio e vim participar. Gostei muito das atividades. Às vezes, a pessoa não tem dinheiro para pagar uma academia, e aqui a atividade é gratuita e aberta à comunidade”, relatou.

Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, João Pedro de Santiago participou pela primeira vez e ressaltou a oportunidade de integração. “Muda bastante coisa, porque as pessoas que ficariam na rua têm a oportunidade de estar aqui aprendendo.”

Antônio Rafael Sampaio da Silva frequenta a unidade para jogar futebol e conviver com outros moradores. “A gente joga bola, se diverte e fica tranquilo, sem briga”, contou.

O autônomo Kaíke Pereira da Silva, de 24 anos, reforçou o vínculo criado entre os participantes. “Representa alegria para o pessoal da comunidade. Toda terça e quinta o pessoal está aqui jogando, na amizade. Vai criando uma família.”

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026.

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