Mesmo ciente da instabilidade política, treinador italiano reafirma vínculo com a CBF e mantém chegada ao Brasil prevista para 26 de maio
Carlo Ancelotti continuará como técnico da Seleção Brasileira, mesmo após o afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF. O treinador italiano, que assinou contrato com a entidade no final de 2023, teria sido previamente alertado sobre possíveis mudanças no comando da Confederação, e por isso não se surpreendeu com os recentes desdobramentos.
Segundo o jornal espanhol Diario As, a contratação de Ancelotti teria recebido aval inclusive de opositores de Ednaldo dentro da própria entidade, reforçando a estabilidade do projeto esportivo, mesmo diante da crise administrativa.
Chegada ao Brasil e confiança no projeto
Ancelotti tem chegada ao Brasil prevista para o dia 26 de maio, quando deve iniciar efetivamente seu trabalho à frente da Seleção. Ele é o único treinador da história a conquistar as cinco principais ligas europeias — Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália e França — e chega com a missão de recolocar o Brasil no topo do futebol mundial.
Para o técnico, o vínculo firmado é com a CBF enquanto instituição, e não com a figura de Ednaldo Rodrigues. Sua permanência reforça a ideia de que o planejamento esportivo será mantido, independente das mudanças políticas internas.
Comissão técnica segue inalterada
A equipe de bastidores da Seleção também permanece intacta. Rodrigo Caetano e Juan seguem em seus respectivos cargos, reforçando o entendimento de que a turbulência institucional não afetará o trabalho no campo.
Enquanto Fernando Sarney, presidente interino, se prepara para convocar novas eleições na CBF, o comando técnico da Seleção segue seu curso. A estabilidade na comissão técnica é vista como essencial para o andamento da preparação brasileira rumo aos próximos compromissos internacionais, incluindo a Copa América de 2026.