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Sinop e Confresa sediam etapas dos Jogos Escolares e Estudantis

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Competições reúnem estudantes de 12 a 17 anos nas regiões Centro-Norte e Nordeste do estado

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) realiza, a partir de sábado (20.6), duas etapas reginais simultâneas dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses. As competições serão realizadas em Sinop (a 480 km de Cuiabá), que sedia as disputas da região Centro Norte, e em Confresa (a 1050 km da capital), com confrontos da região Nordeste.

Ao todo, mais de dois mil participantes, entre atletas, técnicos e dirigentes, estarão envolvidos nas competições nos dois municípios. As disputas abrangem equipes escolares e seleções municipais formadas por estudantes de 12 a 17 anos, nas modalidades de basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Em Sinop, serão 53 equipes com atletas de 12 a 14 anos nos Jogos Escolares e mais 61 seleções municipais com atletas de 15 a 17 anos nos Jogos Estudantis. Por lá, estarão reunidos cerca de 1300 participantes, que representam os municípios de Boa Esperança do Norte, Cláudia, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Santa Carmem, Santa Rita do Trivelato, Sinop, Sorriso, Tapurah, União do Sul e Vera.

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Em Confresa, 28 equipes participam dos Jogos Escolares e, outras 34 seleções municipais, dos Jogos Estudantis. Na etapa regional Nordeste, serão aproximadamente 700 participantes, representando os municípios de Alto Boa Vista, Confresa, Luciara, Porto Alegre do Norte, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, e Vila Rica.

As equipes e seleções campeãs regionais, de cada modalidade e gênero, garantem a classificação para as etapas estaduais de suas respectivas competições, que ocorrem em julho.

Para realização dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis, a Secel conta com a parceria do município-sede e apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

A abertura oficial da etapa regional Centro Norte será no sábado (20), às 19h, Ginásio Municipal José Carlos Pasa, em Sinop. As competições prosseguem até a próxima sexta-feira (26), em diferentes espaços esportivos, de acordo com a modalidade. Confira:

Futsal: Ginásios municipais José Carlos Pasa e Jaime Rovelli
Basquetebol: Ginásio Primavera
Handebol: Ginásio municipal Chicão do Varejão
Voleibol: Ginásios municipais Benedito Santiago e Luiz Carlos Simon

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Já a cerimônia de abertura da etapa regional Nordeste ocorre também no sábado (20), às 19h, no Estádio Municipal “Camilão”, em Confresa. Conheça os locais das disputas por modalidade, que prosseguem até a próxima quinta-feira (25):

Futsal: Ginásio Gerse Coelho Almeida
Basquetebol: Escola Estadual Teotônio Carlos da Cunha Neto
Handebol: Escola Estadual Cívico Militar 29 de Julho
Voleibol: Escola Estadual Militar Cabo José de Moura

 

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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