LUCAS DO RIO VERDE

Desafio agro de MTB reúne mais de 300 atletas

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Foto: Watyson Santos / Assessoria

Prova do algodão teve percurso de cerca de 60 quilômetros

Lucas do Rio Verde recebeu, no feriado de 1º de maio, a segunda etapa do Desafio Agro de MTB, com a tradicional prova do algodão. O evento reuniu mais de 300 ciclistas e trouxe atletas de várias cidades para um percurso de cerca de 60 quilômetros pelas estradas do município.

O secretário de Esporte e Lazer, André Matto, destacou a importância do evento e o trabalho em parceria para que a prova aconteça. “Pra nós é uma satisfação muito grande poder realizar uma competição desse nível. A gente tem parceiros importantes, como o Sicredi, que sempre apoia o esporte, além do apoio da gestão municipal. Também quero agradecer ao prefeito Miguel Vaz, que sempre incentiva e investe no esporte, e à nossa equipe da Secretaria, que não mede esforços pra entregar um evento bem organizado pra população”, afirmou.

A prova contou com atletas de diferentes municípios. Ao todo, 111 participantes vieram de 13 cidades, além dos competidores de Lucas do Rio Verde. No total, foram cerca de 329 inscritos. O trajeto foi mais longo do que o de outras provas. Segundo a organização, o percurso teve cerca de 60 quilômetros, sendo 25% maior que o habitual. Quem participou aprovou a experiência. A ciclista Daisy Dulce, de Nova Mutum, contou que já conhece a prova e elogiou o percurso.

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“Já é a segunda vez que eu venho participar aqui. O trajeto é muito bom, gostoso de fazer. Tem partes desafiadoras, mas dá pra completar. O mais legal é estar junto com o pessoal e participar desse momento”, disse.

O atleta Diego Kovaleski também destacou o evento e a organização. “Quero parabenizar a Secretaria de Esportes e o pessoal da Associação de Ciclismo. A prova é muito boa, bem organizada. É gratificante participar e ainda fazer novas amizades”, afirmou.

Além da competição, o evento também teve uma ação social. Os participantes foram convidados a levar alimentos não perecíveis, que serão destinados a entidades do município. A programação do Desafio Agro de MTB segue ao longo do ano, com novas etapas previstas.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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