Atacante não joga contra o Vila Nova e é liberado dos treinos, em meio à insatisfação com reserva e possível saída
Contratado como uma das principais apostas para a temporada, o atacante Dudu vive momento conturbado no Cruzeiro. Insatisfeito por estar no banco de reservas, o jogador foi liberado dos treinos com o elenco principal. A decisão ocorre após o proprietário da SAF do clube, Pedrinho, dar sinais públicos de que o ciclo do atleta na Toca da Raposa pode estar perto do fim. Dudu tem contrato com o clube mineiro até dezembro de 2027, mas o clima nos bastidores aponta para uma ruptura antecipada.
Sem espaço, atacante não joga na Copa do Brasil
A crise interna já tem reflexo direto dentro de campo. Dudu não será relacionado para o confronto desta quarta-feira (1º), contra o Vila Nova, pela terceira fase da Copa do Brasil. A ausência reforça o distanciamento entre o jogador e a comissão técnica. De acordo com fontes ligadas ao clube, uma reunião decisiva entre a diretoria e o estafe do atacante deve ocorrer nos próximos dias para definir o futuro imediato do atleta no futebol brasileiro.
Rescisão complicada e obstáculos no mercado
A possível saída de Dudu envolve um desafio financeiro considerável: a multa rescisória estipulada é de R$ 60 milhões. O processo está sendo conduzido por Alexandre Mattos, CEO do Cruzeiro. Caso a rescisão seja formalizada, o atacante ainda enfrentaria uma limitação no calendário: a janela de transferências só reabre no dia 10 de junho, quando clubes brasileiros poderão registrar novos atletas novamente. Com isso, Dudu ficaria pelo menos um mês e meio sem atuar profissionalmente — fator que pode pesar na negociação e no planejamento de carreira do jogador.