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Técnico de Chris Weidman diz que lutador merece uma despedida “justa”

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Chris Weidman em ação no UFC 292 — Foto: Paul Rutherford/Getty Images

Ray Longo, treinador do ex-campeão dos médios do UFC, acredita que o fim da carreira do lutador está próxima: “Ele tem algumas decisões a tomar”

Treinador de Chris Weidman, ex-campeão dos pesos-médios do UFC, Ray Longo acredita que o fim da carreira do “The All-American” como lutador está se aproximando. Em entrevista ao podcast “Anik & Florian”, Longo disse que gostaria de ver o atleta encerrando a sua trajetória em uma luta “justa”.

– Ele tem algumas decisões a tomar. Acho que ele quer sair com uma vitória. Mas acho que gostaria de vê-lo preparado, uma última luta que seja justa e pronto, então acabou. Acho que ele merece, venceu o maior de todos os tempos duas vezes.

 

Weidman estava a quase dois anos sem lutar após uma séria lesão contra Uriah Hall, em 2021, quando quebrou a perna de forma parecida com a lesão que Anderson Silva sofreu na luta em que Chris foi campeão do UFC. O retorno do americano foi em agosto, no UFC 292, onde perdeu para Brad Tavares por decisão unânime. Na ocasião, Dana White também indicou que gostaria de ver Weidman “pendurar as luvas” após a derrota do lutador.

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Longo destacou que, a vitória de seu atleta sobre Anderson Silva enquanto o brasileiro ainda estava no auge, o credencia para um possível lugar no Hall da Fama do UFC.

 

– A luta do (Lyoto) Machida foi ótima, a luta do (Vitor) Belfort, e ele fez lutas muito boas. Surgiu na hora certa, destronou (Anderson Silva) antes que ele começasse a escorregar. Aquele cara estava no topo do mundo quando Weidman se livrou dele… Então eu acho que esse é um membro do Hall da Fama com certeza e espero que eles o tratem como tal. E acho que isso o deixará feliz.

 

Se a escolha do Weidman será a aposentadoria ou não, isso terá que esperar, pois o americano lesionou a perna, não tão grave e nem na mesma perna que a lesão anterior, porém precisará aguardar a recuperação para um possível retorno ao octógono.

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Escola da Comunidade reúne até 120 moradores

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Foto: Botof

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026

A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Lenine de Campos, no bairro Jardim União, reúne de 100 a 120 moradores por dia em atividades gratuitas de esporte e lazer oferecidas pelo programa Escola da Comunidade. Nesta terça-feira (15), crianças, jovens e adultos participaram da programação noturna, com opções de ginástica funcional, futsal e vôlei.

Desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o programa utiliza os espaços das unidades municipais fora do horário das aulas. Na EMEB Lenine de Campos, as atividades são realizadas às terças, quintas e sábados e atendem pessoas com idades entre 5 e 60 anos.

“A escola pública é muito mais do que um espaço de ensino: ela também deve estar a serviço da comunidade. A melhor forma de cuidar do patrimônio público é garantir que ele cumpra sua finalidade, sendo utilizado e preservado pela população. Com o projeto Escola da Comunidade, queremos manter esses espaços vivos e integrados aos bairros, oferecendo atividades que promovam saúde, convivência, diversão e lazer para pessoas de todas as idades”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Mateus Silva Alves.

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A programação começa às 18h, com a ginástica funcional voltada ao público feminino. Das 19h às 21h30, a quadra recebe as atividades de futsal e vôlei, que atendem cerca de 50 crianças e jovens dos públicos masculino e feminino. O funcionamento no período noturno também facilita a participação de trabalhadores e de pessoas que não conseguem praticar exercícios durante o dia.

Segundo o professor de Educação Física e instrutor do projeto, Janir Augusto de Aquiles Júnior, as atividades estimulam hábitos mais saudáveis e favorecem a convivência entre os moradores. “O principal benefício é a qualidade de vida. Temos alunas que relatam perda de peso, melhora da autoimagem e mais disposição. Além disso, o projeto movimenta a quadra e promove a integração entre os jovens e a comunidade”, afirmou.

O diretor da unidade, professor Elias Alves, também destaca a aproximação entre a escola e os moradores. “A abertura da escola fortaleceu a integração com a comunidade e ampliou a participação das famílias na vida escolar. Às terças, quintas e sábados, recebemos mães, pais, alunos e outros moradores em atividades esportivas, culturais e de lazer. Essa presença aproxima as famílias da escola, fortalece os vínculos e contribui para o desenvolvimento dos estudantes”, declarou.

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A vigilante Camila Rosenberg procurou o projeto como uma alternativa para deixar o sedentarismo e pretende continuar frequentando as aulas. “Vi o anúncio e vim participar. Gostei muito das atividades. Às vezes, a pessoa não tem dinheiro para pagar uma academia, e aqui a atividade é gratuita e aberta à comunidade”, relatou.

Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, João Pedro de Santiago participou pela primeira vez e ressaltou a oportunidade de integração. “Muda bastante coisa, porque as pessoas que ficariam na rua têm a oportunidade de estar aqui aprendendo.”

Antônio Rafael Sampaio da Silva frequenta a unidade para jogar futebol e conviver com outros moradores. “A gente joga bola, se diverte e fica tranquilo, sem briga”, contou.

O autônomo Kaíke Pereira da Silva, de 24 anos, reforçou o vínculo criado entre os participantes. “Representa alegria para o pessoal da comunidade. Toda terça e quinta o pessoal está aqui jogando, na amizade. Vai criando uma família.”

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026.

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