CATEGORIA DE BASE

Supercopa MT de Futebol abre inscrições em Lucas do Rio Verde

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Competição acontece de 9 a 12 de julho, reunindo equipes de várias regiões

Lucas do Rio Verde será palco de uma das maiores competições de categorias de base de Mato Grosso. Estão oficialmente abertas as inscrições para a Supercopa Mato Grosso de Futebol, evento que acontece entre os dias 9 e 12 de julho e deve reunir mais de 1.000 jovens atletas de diversas regiões do estado e do país.

A competição contará com disputas nas categorias sub-7, sub-9, sub-13, sub-15 e sub-17, fortalecendo o esporte de base e proporcionando oportunidades para novos talentos mostrarem seu potencial dentro de campo.

As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 3 de julho, exclusivamente de forma on-line pelo seguinte link: https://equipes.inscricoesgdc.com.br/?&Comp=261D1A1E1F&Cli=20130371

Realizada através da Secretaria de Esporte e Lazer de Lucas do Rio Verde, em parceria com o Sicredi e o Luverdense Esporte Clube, a Supercopa Mato Grosso já se consolidou no calendário esportivo estadual. Nos próximos dias, a organização também deve anunciar os observadores técnicos convidados, representantes de clubes nacionais que acompanham de perto os jovens atletas durante a competição.

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Na edição passada, participaram observadores de grandes equipes do futebol brasileiro, como Flamengo, Internacional de Porto Alegre, São Paulo, Palmeiras, Retrô e Atlético Mineiro, ampliando ainda mais a visibilidade do torneio e a possibilidade de oportunidades para os participantes.

Além do estádio Passo das Emas, os jogos também serão realizados em diversos campos do município, incluindo os bairros Bandeirantes, Rio Verde, Cerrado, Tessele Junior e Jaime Seiti Fujii, movimentando diferentes regiões da cidade e incentivando a participação da comunidade.

A Supercopa Mato Grosso foi criada em homenagem ao ex-deputado Sílvio Fávero, reconhecido pelo apoio e incentivo às categorias de base e ao desenvolvimento do esporte no município.

A premiação da competição este ano, contará com troféus e medalhas para as equipes e atletas classificados em 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria. Também haverá premiação para a defesa menos vazada e para o artilheiro de todas as categorias.

As disputas acontecerão nas seguintes categorias:

Sub-17 (nascidos em 2009 e 2010);
Sub-15 (nascidos em 2011 e 2012);
Sub-13 (nascidos em 2013 e 2014);
Sub-11 (nascidos em 2015 e 2016) – Campo Reduzido;
Sub-9 (nascidos em 2017 e 2018) – Fut7;
Sub-7 (nascidos em 2019 e 2020) – Fut7.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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