CICLISMO

Sorriso se destaca no 2.º Desafio Agro de MTB

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Equipe sorrisense participou da competição em Lucas do Rio Verde

Com apoio da Prefeitura de Sorriso, via Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Semel), 38 ciclistas sorrisenses participaram do 2º Desafio Agro de MTB, Etapa Algodão, que foi realizado em Lucas do Rio Verde no dia 1.º de maio, sendo a 3ª etapa válida do Campeonato Regional do Médio do Norte de MTB XCM 2026.

Presidente da Associação Ciclismo Sorriso, Kleber Arruda informa que 38 atletas representaram Sorriso, dentre os 350 ciclistas de outras 29 cidades. Entre os destaques, aponta, estão Anderleia Scariot, como 5ª colocada geral na categoria feminina, e Vitor Rodrigues, o 4º colocado geral na categoria masculina.

“Ficamos muito orgulhosos do desempenho dos nossos atletas e é muito gratificante ver como o ciclismo tem se firmado em nosso Município, não apenas como opção esportiva, mas igualmente como prática que une lazer e preservação da saúde”, destaca o secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Odimar Bianchin.

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“A Associação Ciclismo Sorriso em nome dos ciclistas de Sorriso agradece a Prefeitura de Sorriso, via Semel,  pelo apoio e suporte para a participação do Município nessa etapa, e, com esse apoio contínuo, está crescendo o número de participantes e os resultados estão sendo colhidos”, explica Kleber, complementando que  “mesmo a prova contando com percurso relativamente curto para modalidade de MTB XCM, somente 60 km, a competição foi dura, muito rápida e com alguns trechos técnicos, no entanto, o bom preparo de todos garantiu os bons resultados”.

Confira o resultado:

Pódios Femininos Competição

3º Sub 23 Ana Marodim

1º Master A2 Katia Abreu

3º Master A2 Francieli Daltoé

1º Master B1 Eliane Baranzeli

5º Master B1 Laís Turatti

1º Master B2 Fabiana Dal Moro

2º Master C1 Sandra Bergamin

2º Master D Ivone Munaro

.

Feminino

11º Master A2 Joana Horas

9º Master B1 Ana Miller

.

Pódios Masculinos Competição

1º Júnior Amadeus Mascouto

2º Júnior Davi Peres

1º Sub 23 Mateus Turatti

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5º Sub 23 Alisson Souza

3º Sub 30 Willgner Menezes

5º Sub 30 Filipe Wisniewski

1º Master A1 Alisson Furtado

3º Master A2 Cleiton Cherobin

1º Master B1 Odirlei Banfi

2º Master B1 Adriano da Silva

4º Master B1 Igor Haddad

1º Master B2 Ronny Silva

5º Master B2 Adailson Clemente

1º Master C1 André Baranzeli

4º Master C1 Adaberto Iung

.

Masculino

11º Sub 30 Anthony Baraviera

11º Master A1 Mateus Queiroz

21º Master A2 Filipe Farias

8º Master B1 Ronaldo Proença

10º Master B1 Rodrigo Mileu

15º Master B1 Rogério Oliveira

16º Master B1 Leandro Barros

24º Master B1 Robson Reis

9º Master B2 Antônio Araújo

16º Master B2 Kleber Arruda

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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