GAFE NA VELOCIDADE MÁXIMA

Piloto da F1 confunde Rio Amazonas com a África e vira meme mundial

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Dave Benett – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Durante quiz promovido pela Fórmula 1, Jack Doohan confundiu o maior rio da América do Sul com um da África e provocou risos e memes nas redes sociais.

Jack Doohan, piloto reserva da Alpine na Fórmula 1 e filho do lendário Mick Doohan, se tornou assunto nas redes sociais após cometer um erro geográfico inusitado durante uma brincadeira feita pela equipe da F1. Ao lado do companheiro Pierre Gasly, ele participou de um quiz descontraído onde foi questionado: “Qual é o rio mais longo da África?”. A resposta, no entanto, gerou espanto e risadas: “Não é o Amazonas? Chuva, Amazonas… Como ele é chamado, o Ama…?”, disse, hesitante.

Reação imediata e viralização

A reação de Gasly foi instantânea: gargalhadas. “Irmão… É muito longe da Austrália”, disse o francês, incrédulo com a confusão feita pelo colega australiano. O momento foi captado em vídeo e rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, com internautas se divertindo com a gafe e transformando a cena em memes. O erro geográfico, que trocou o Rio Nilo — verdadeiro maior rio da África — pelo Rio Amazonas, o maior da América do Sul, foi amplamente comentado.

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Humor nas pistas e fora delas

Apesar da confusão, a situação revelou o lado bem-humorado e humano dos pilotos, frequentemente vistos sob pressão nas pistas. A Fórmula 1, que tem investido em conteúdos mais leves e interativos com os fãs, acertou ao explorar esses momentos espontâneos, que aproximam o público dos bastidores do esporte. Para Doohan, a gafe pode ter sido um deslize, mas certamente rendeu sua cota de popularidade — ainda que involuntária.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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