FÓRMULA 1

Mercedes não descarta analisar fotos de assoalho da RBR

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Carro da equipe austríaca foi erguido por guindaste após batida de Pérez e acabou com assoalho exposto

A batida provocada por Sergio Pérez na classificação do GP de Mônaco, no último sábado, forneceu imagens preciosas para a Mercedes e as outras oito rivais da RBR no grid: o assoalho do carro pentacampeão da equipe austríaca, erguido por um guindaste devido à localização do incidente do piloto. E com um acervo valioso em mãos, o time alemão admitiu pretender fazer bom uso das fotos.

– Infelizmente nosso próprio carro subiu aos céus (após a batida de Lewis Hamilton no terceiro treino livre) e devem haver muitas fotos na caixa de entrada dos nossos rivais. Mas sim, temos um bom conjunto de fotos da RBR, e é sempre uma coisa legal para nossos aerodinamicistas analisarem, e verem se podemos captar algum detalhe que seja interessante ao nosso programa futuro de testes – admitiu James Allison, diretor técnico da Mercedes.

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O segundo piloto da RBR acertou o muro da Sainte-Devoté ainda no começo do Q1, segmento inicial da classificação que definiu Max Verstappen como pole position da etapa. Ele largou em 20º devido ao incidente e foi 16º na corrida, enquanto o companheiro de equipe venceu a quarta prova de 2023. Apesar de alguma reclamação – como fez Toto Wolff, chefe da Mercedes, depois que o W14 de Lewis Hamilton foi erguido -, o uso de guindastes para remover carros acidentados em Mônaco é comum há mais de quatro décadas.

No entanto, as mudanças no regulamento técnico vêm tornando o assoalho cada vez mais importante para os carros, especialmente com as novas regras de 2022, que trouxeram de volta o efeito solo. A geometria dessa parte dos veículos influencia no fluxo de ar que passa debaixo dos monopostos e impacta a geração de downforce – carga aerodinâmica que gera velocidade em curvas.

Um dos trunfos para a superioridade dos carros da RBR desde o ano passado é o aerodinamicista Adrian Newey. Ele se juntou à equipe em 2006 e começou a trabalhar na F1 em 1980, dois anos antes da categoria banir o efeito solo – que concentra no assoalho a geração de downforce.

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– Certamente isso sempre atrai muito interesse. Há muita movimentação com os fotógrafos da equipe para que não se dependa apenas das imagens de TV, que são de baixa resolução. Os fotógrafos estão posicionados em trechos estratégicos da pista com grandes chances dos guindastes aparecerem, e começam a clicar. Aí, nossa caixa de mensagens fica lotada de fotos – explicou Allison.

A Mercedes introduziu em Monte Carlo seu primeiro grande pacote de atualizações de 2023. As mudanças estavam inicialmente previstas para o GP da Emilia-Romagna, cancelado por causa de fortes chuvas e enchentes na região.

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Dra. Mara apresenta projeto para garantir liberdade aos atletas

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Foto: Josemar Santos | PMMT

A proposta visa dar espaço aos atletas para valorizar parceiros e patrocinadores

A vereadora Dra. Mara apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal de Cuiabá que propõe retirar a obrigatoriedade do uso da camiseta oficial em corridas de rua realizadas na Capital. A iniciativa atende a uma demanda apresentada pelo corredor Dr. Josué, que utilizou o espaço da Tribuna Livre para defender a medida.

A proposta busca ampliar a liberdade dos participantes durante as competições, especialmente de atletas amadores e profissionais que contam com patrocinadores e precisam utilizar camisetas ou uniformes das marcas que apoiam suas atividades esportivas.

De acordo com Dra. Mara, a obrigatoriedade da camiseta oficial pode limitar a possibilidade de os atletas valorizarem e divulgarem seus patrocinadores durante as provas.

“Entendemos a importância dessa demanda porque ela envolve atletas de diferentes níveis e trata da liberdade de cada participante durante as provas. Muitos corredores contam com o apoio de patrocinadores e precisam utilizar as marcas que fazem parte da sua trajetória esportiva. Por isso, decidimos apresentar o projeto e esperamos que Cuiabá avance nessa discussão, garantindo mais liberdade aos atletas”, afirmou.

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Durante a Tribuna Livre, Dr. Josué destacou que as corridas de rua devem proporcionar um ambiente de prática esportiva, desempenho e liberdade aos participantes. Ele também chamou atenção para as altas temperaturas registradas em Cuiabá, que podem tornar o uso obrigatório de determinadas camisetas desconfortável durante as provas.

A matéria deverá ser lida em plenário e, posteriormente, encaminhada para análise das comissões permanentes da Câmara Municipal. Após a tramitação, o projeto será submetido à apreciação dos vereadores em plenário.

Dra. Mara também pretende mobilizar corredores de Cuiabá para acompanhar a discussão e a tramitação da proposta no Legislativo.

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