CRISE NA FÓRMULA 1

Leclerc cogita saída da Ferrari caso carro não evolua até 2026

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Minas Panagiotakis/Getty Images

Monegasco estaria insatisfeito com desempenho da escuderia italiana e cláusula contratual pode facilitar sua transferência após a temporada

Charles Leclerc, atualmente na 5ª colocação no campeonato mundial de Fórmula 1, estaria avaliando deixar a Ferrari ao fim da temporada 2025. De acordo com o jornal italiano Corriere della Sera, existe uma cláusula em seu contrato que possibilita a rescisão antecipada caso o desempenho do carro não esteja à altura das expectativas. Com contrato vigente até 2029, o piloto monegasco estaria frustrado com a falta de evolução técnica da equipe frente às concorrentes Red Bull e McLaren.

Insatisfação com o carro e incertezas no comando

Apesar dos boatos, Leclerc tratou de negar publicamente qualquer intenção de saída. Em entrevista recente, reforçou seu compromisso com a equipe e destacou a união entre ele, seu companheiro Lewis Hamilton e o chefe de equipe Fred Vasseur:

“Estou muito surpreso. Não faço ideia de onde isso surgiu. Pelo contrário, continuo repetindo o quanto amo o time e o quanto quero devolver a Ferrari ao topo.”

Ainda assim, a permanência de Vasseur na chefia da equipe a partir de 2026 também está sendo colocada em dúvida, o que teria intensificado os rumores de instabilidade no time italiano.

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GP do Canadá será termômetro para clima interno

A situação será posta à prova neste domingo (15/6), durante o Grande Prêmio do Canadá, onde Leclerc voltará às pistas. A corrida será observada com atenção por analistas e torcedores, uma vez que os resultados podem influenciar o humor dentro da escuderia. Com a pressão crescente por resultados e um futuro técnico incerto, a Ferrari corre contra o tempo para manter um de seus principais nomes no projeto até 2026.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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