MACHUCADA

Brasileira se planeja para disputar o WTA 500 de Eastbourne e, depois, foco em Wimbledon

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Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach

eatriz Haddad Mais está em ótima fase: chegou na semifinal de Roland Garros e garantiu o top 10 no ranking mundial do tênis. No entanto, na estreia do WTA 250 de Nottingham, a brasileira sofreu o revés para a ucraniana Daria Snigur. No início dessa partida, ela sentiu o joelho e, assim, não disputará o WTA 250 de Birmingham, que está programado para começar na próxima segunda. O foco é Wimbledon.

– Infelizmente no começo da partida da semana passada em Nottingham eu escorreguei e senti uma dor forte na parte de trás do joelho que limitou a minha movimentação. Fiz uma ressonância que apontou um edema na região – falou a tenista.

– Tirei dois dias offs de quadra, fizemos fisioterapia intensivamente, tentei retornar gradualmente a quadra hoje, mas a dor persiste e pensando em Wimbledon a melhor decisão é cuidar do corpo essa semana e tentar estar pronta pronta para competir em Eastbourne e bem preparada para Wimbledon – completou.

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Pós Roland Garros, Bia Haddad passa a ter foco na temporada na grama. No ano passado, ela foi campeã em Nottingham e Birmingham e defendia, dessa forma, pontos no ranking. Agora, a brasileira se prepara para a disputa de WTA 500 de Eastbourne e prioridade em Wimbledon.

O WTA 500 de Eastbourne acontece na Inglaterra, a partir do dia 26 de junho. Já Wimbledon, o Grand Slam britânico, está marcado para iniciar dia 3 de julho.

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Escola da Comunidade reúne até 120 moradores

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Foto: Botof

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026

A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Lenine de Campos, no bairro Jardim União, reúne de 100 a 120 moradores por dia em atividades gratuitas de esporte e lazer oferecidas pelo programa Escola da Comunidade. Nesta terça-feira (15), crianças, jovens e adultos participaram da programação noturna, com opções de ginástica funcional, futsal e vôlei.

Desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o programa utiliza os espaços das unidades municipais fora do horário das aulas. Na EMEB Lenine de Campos, as atividades são realizadas às terças, quintas e sábados e atendem pessoas com idades entre 5 e 60 anos.

“A escola pública é muito mais do que um espaço de ensino: ela também deve estar a serviço da comunidade. A melhor forma de cuidar do patrimônio público é garantir que ele cumpra sua finalidade, sendo utilizado e preservado pela população. Com o projeto Escola da Comunidade, queremos manter esses espaços vivos e integrados aos bairros, oferecendo atividades que promovam saúde, convivência, diversão e lazer para pessoas de todas as idades”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Mateus Silva Alves.

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A programação começa às 18h, com a ginástica funcional voltada ao público feminino. Das 19h às 21h30, a quadra recebe as atividades de futsal e vôlei, que atendem cerca de 50 crianças e jovens dos públicos masculino e feminino. O funcionamento no período noturno também facilita a participação de trabalhadores e de pessoas que não conseguem praticar exercícios durante o dia.

Segundo o professor de Educação Física e instrutor do projeto, Janir Augusto de Aquiles Júnior, as atividades estimulam hábitos mais saudáveis e favorecem a convivência entre os moradores. “O principal benefício é a qualidade de vida. Temos alunas que relatam perda de peso, melhora da autoimagem e mais disposição. Além disso, o projeto movimenta a quadra e promove a integração entre os jovens e a comunidade”, afirmou.

O diretor da unidade, professor Elias Alves, também destaca a aproximação entre a escola e os moradores. “A abertura da escola fortaleceu a integração com a comunidade e ampliou a participação das famílias na vida escolar. Às terças, quintas e sábados, recebemos mães, pais, alunos e outros moradores em atividades esportivas, culturais e de lazer. Essa presença aproxima as famílias da escola, fortalece os vínculos e contribui para o desenvolvimento dos estudantes”, declarou.

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A vigilante Camila Rosenberg procurou o projeto como uma alternativa para deixar o sedentarismo e pretende continuar frequentando as aulas. “Vi o anúncio e vim participar. Gostei muito das atividades. Às vezes, a pessoa não tem dinheiro para pagar uma academia, e aqui a atividade é gratuita e aberta à comunidade”, relatou.

Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, João Pedro de Santiago participou pela primeira vez e ressaltou a oportunidade de integração. “Muda bastante coisa, porque as pessoas que ficariam na rua têm a oportunidade de estar aqui aprendendo.”

Antônio Rafael Sampaio da Silva frequenta a unidade para jogar futebol e conviver com outros moradores. “A gente joga bola, se diverte e fica tranquilo, sem briga”, contou.

O autônomo Kaíke Pereira da Silva, de 24 anos, reforçou o vínculo criado entre os participantes. “Representa alegria para o pessoal da comunidade. Toda terça e quinta o pessoal está aqui jogando, na amizade. Vai criando uma família.”

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026.

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