BRASILEIRA BRILHA

Bia Haddad derrota Svitolina em virada épica e avança às quartas em Bad Homburg

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Dean Mouhtaropoulos/Getty Images

Tenista supera número 14 do mundo e alcança melhor campanha no torneio alemão

 

A brasileira Bia Haddad Maia segue firme no WTA 500 de Bad Homburg, na Alemanha. Nesta quarta-feira (25/6), ela superou a ucraniana Elina Svitolina, atual 14ª do ranking mundial, em uma virada emocionante por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/4 e 7/6 (7). A partida durou quase 2h30 e foi marcada por muita intensidade e resiliência da tenista paulista, que mostrou força mental para buscar o resultado após perder o primeiro set.

Melhor campanha no torneio de grama
Com a vitória, Bia garante vaga nas quartas de final e assina sua melhor participação no torneio de Bad Homburg, disputado sobre grama. No ano anterior, ela havia sido eliminada ainda nas oitavas. A atuação consistente e a virada sobre uma adversária do top 15 reforçam o bom momento da brasileira e aumentam suas expectativas para o restante da temporada.

Desafio duro contra a número 4 do mundo
Na próxima fase, Bia terá pela frente um desafio ainda mais difícil: enfrentará a italiana Jasmine Paolini, atual número 4 do mundo. A partida está prevista para esta quinta-feira (26/6), com horário ainda a ser definido. A adversária vive grande fase, mas Bia chega embalada por uma vitória expressiva e confiante para tentar surpreender novamente.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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