Sem vencer no Monumental de Núñez há quase 30 anos, Seleção busca retomar vantagem histórica em confronto marcado por rivalidade intensa
Nesta terça-feira (25), às 21h (de Brasília), a Seleção Brasileira entra em campo para encarar a Argentina em Buenos Aires, pela 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, tentando superar três tabus que incomodam o torcedor verde e amarelo.
Quase três décadas sem vencer no Monumental
O estádio Monumental de Núñez, palco do confronto desta noite, não vê uma vitória brasileira desde 8 de novembro de 1995, quando Donizete Pantera marcou o gol da vitória por 1 a 0 em amistoso. Naquele período, o Brasil ainda vivia a era de ouro do tetracampeonato, sob o comando de Zagallo. Desde então, foram quatro partidas no estádio: três vitórias argentinas e um empate, sendo o último em 2015, em jogo adiado por fortes chuvas.
Jejum em solo argentino
A última vez que a Seleção venceu a Argentina como visitante foi em 5 de setembro de 2009, pelas Eliminatórias da Copa de 2010. Com gols de Luisão e Luis Fabiano (duas vezes), o time de Dunga derrotou os hermanos por 3 a 1, mesmo jogando em Rosário, no Gigante de Arroyito — aposta da AFA para pressionar o Brasil. Maradona era o técnico da Argentina e Messi, ainda com 22 anos, esteve em campo.
Retrospecto recente desfavorável
Desde a vitória por 2 a 0 na semifinal da Copa América de 2019, no Mineirão, o Brasil não derrotou mais a Argentina. De lá pra cá, foram três triunfos albicelestes e um empate. Ainda assim, o histórico geral é equilibrado: pela CBF, são 43 vitórias brasileiras, contra 40 derrotas e 26 empates; já os argentinos, com critérios distintos, apontam pequena vantagem no clássico.