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Parque Novo MT recebe etapa do circuito brasileiro de skate

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Evento reunirá principais skatistas do país entre os dias 26 e 28 de junho

O Skate Park do Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, recebe, entre os dias 26 e 28 de junho, a 4ª etapa do principal circuito brasileiro skate, o STU National 2026. O público poderá acompanhar gratuitamente as manobras dos principais skatistas do país no complexo construído pelo Governo de Mato Grosso. Os ingressos já estão disponíveis para retirada pela internet.

“Dedico mais de 12 anos à causa do skate em Mato Grosso, e nem nos meus melhores sonhos eu imaginei viver isso. Após o sucesso do Brasileiro Profissional no ano passado, agora recebemos o STU, um dos maiores eventos de skate do mundo. O melhor de tudo é que, depois do evento, teremos essa estrutura para formar aqui no Estado os próximos campeões olímpicos e mundiais. Isso vai muito além de um sonho”, emociona-se o presidente da Federação da Federação Mato-Grossense de Skateboarding, Bob Peron.

Considerado o maior da América Latina, o Skate Park possui mais de 13 mil m2 de área total e equipamentos de padrão internacional, composto por pistas de skate das modalidades Street e Park, integradas por uma praça linear.

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O espaço conta também com um bowl, para aqueles que curtem andar sem embalar e sem colocar os pés no chão, um pump track, circuito contínuo de curvas inclinadas projetado para que o praticante de skate ganhe velocidade através do movimento do corpo, um simulador de surfe e uma área para iniciantes.

Todos os patamares do terreno são integrados por rampas de acessibilidade e piso tátil incorporado, atendendo às normas universais e aos níveis de exigência para treinamento e realização de eventos oficiais.

“Com essa estrutura incrível, o Parque Novo Mato Grosso possibilita que tenhamos aqui esse grandioso evento, o circuito de skate da STU. O espaço possui o maior complexo de skate da América Latina, que é um legado para nossos atletas e mais uma opção de lazer para a população mato-grossense”, destaca o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura.

Homologada pela Confederação Brasileira de Skateboarding, a quarta etapa do STU National 2026 é viabilizada pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com o apoio do Governo de Mato Grosso, da Federação Mato-Grossense de Skateboard, da Associação Brasileira de Paraskateboard e da Drop Dead. A STU (Skate Total Urbe) é a principal plataforma e circuito de skate do Brasil.

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Sobre os ingressos

Os ingressos disponíveis para retirada antecipada são os das semifinais e das finais, que ocorrem nos dias 27 e 28 de junho (sábado e domingo), e dão acesso às arquibancadas e às áreas comuns (ativações, praça de alimentação e feira).

A classificação etária é livre e cada pessoa tem o direito a retirar até 2 ingressos (crianças de até 5 anos não precisam de ingressos).

O acesso se dará por meio da validação do QR Code do ingresso. Não serão aceitos QR Codes impressos e capturas de tela. A doação de 1kg de alimento não perecível será necessária para validar a entrada com o ingresso.

 

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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