400 ATLETAS

Cáceres sediou Supercopa Mato Grosso de Karatê

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Evento reuniu concorrentes de todos os cantos do estado

A cidade de Cáceres foi palco, no último final de semana, de um grande evento esportivo que movimentou atletas e público. Realizada na sexta-feira e no sábado (24 e 25 de abril), a Supercopa Mato Grosso de Karatê aconteceu no Ginásio de Esportes Didi Profeta do Amaral, reunindo competidores nas modalidades de Karatê e Jiu-Jitsu.

Com participação expressiva, o evento contou com 354 atletas no Karatê e 60 no Jiu-Jitsu, consolidando-se como uma importante vitrine para o esporte no estado. Delegações de diversos municípios marcaram presença, além de Cáceres, participaram São Félix do Araguaia, Confresa, Cuiabá, Araputanga, Várzea Grande, Lambari d’Oeste, Glória d’Oeste, Porto Esperidião, Mirassol d’Oeste, Campos de Júlio e Pontes e Lacerda.

A realização da Supercopa foi viabilizada por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Beto 2 a 1, com apoio do deputado federal Fábio Garcia, além do suporte da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL), do Governo do Estado de Mato Grosso e da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Cáceres.

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O secretário municipal de Esportes e Lazer, Cristiano Neves, destacou o sucesso da competição e a importância de iniciativas como essa para o fortalecimento do esporte no município.

“Eventos como a Supercopa Mato Grosso de Karatê mostram a força do esporte como ferramenta de inclusão, disciplina e desenvolvimento social. Ficamos muito felizes em ver Cáceres recebendo atletas de várias regiões, promovendo integração e incentivando nossos jovens a seguirem no caminho do esporte”, afirmou o secretário.

A prefeita Eliene Liberato disse que, além de fomentar a prática esportiva, a competição também contribuiu para o aquecimento da economia local, movimentando o comércio e fortalecendo o turismo esportivo na cidade. “A Prefeitura de Cáceres reafirma seu compromisso em apoiar e incentivar eventos que promovam qualidade de vida, integração e oportunidades para a população”, concluiu Eliene.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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