ÓTIMO DESEMPENHO

Atletas de Sinop conquistam 6 títulos em Nova Monte Verde

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Foram seis títulos, três vice-campeonatos e um terceiro lugar

O município de Sinop voltou a se destacar no Estado de Mato Grosso ao conquistar 10 troféus no Campeonato Mato-grossense de Menores 2026, organizado pela Federação Mato-grossense de Xadrez. O evento aconteceu neste fim de semana, no município de Nova Monte Verde (MT). O resultado é considerado expressivo para a cidade, que conta com incentivo da Prefeitura de Sinop por meio das escolinhas de base.

A delegação sinopense teve desempenho de destaque, conquistando seis títulos estaduais, três vice-campeonatos e um terceiro lugar, reafirmando o protagonismo do município no cenário estadual da modalidade.

Na categoria sub-12 masculino, Tobias Luiz Carvalho de Oliveira sagrou-se campeão, enquanto Pedro dos Santos Monteiro ficou com o vice-campeonato. No sub-14 masculino, o título ficou com Eduardo Siqueira e, no sub-14 feminino, Maria Eduarda Paz Pagoto garantiu o vice-campeonato.

Um dos destaques da competição foi a categoria sub-16 masculino, que terminou com empate total entre Olavo Tadeu Carvalho Oliveira e Victor Bonfim, que dividiram o título estadual após igualdade em todos os critérios de desempate. No feminino, Isadora Gabrielly Gomes da Silva conquistou o vice-campeonato.

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Já no sub-18 masculino, Mateus Vincenzi conquistou o título estadual, seguido por Vinícius Aarestrup, terceiro colocado, enquanto Tiago Lopes Maciel terminou na quinta posição. No sub-18 feminino, Emily Navroski Mariani foi a campeã. No sub-20 masculino, Roberto Haubert Camargo, da Unicesumar, também garantiu o título para Sinop.

Além do torneio clássico, os atletas também participaram da modalidade blitz, com partidas rápidas de até 10 minutos. Mais uma vez, Sinop se destacou, conquistando o título e o terceiro lugar no absoluto, além do terceiro lugar no feminino.

No blitz absoluto, Olavo Tadeu Carvalho Oliveira foi o campeão, com Tobias Luiz Carvalho de Oliveira em terceiro lugar e Vinícius Aarestrup na quarta colocação. No feminino, Emily Navroski Mariani garantiu o terceiro lugar.

“São conquistas importantes, com títulos, vice-campeonatos e atletas bem colocados em várias categorias, o que reforça o nosso nível competitivo no estado. Mais do que as medalhas, o principal ganho é a formação desses jovens, que estão sendo preparados com disciplina, raciocínio e estratégia. Isso fortalece não só o esporte, mas também a educação e o desenvolvimento pessoal de cada um deles”, avaliou o diretor de Esporte, Rudy Roger.

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Rudy destaca também que o município mantém um trabalho importante na base, que estimula e incentiva crianças a ingressarem no esporte em diferentes modalidades. “A Prefeitura tem investido na base, dando suporte e criando oportunidades, e ver esses atletas se destacando é a prova de que estamos no caminho certo”, comentou.

A competição reuniu cerca de 70 enxadristas de diversas cidades do estado, que disputaram títulos em várias categorias de base, nos naipes masculino e feminino, em partidas no ritmo clássico, com duração de até duas horas, exigindo alto nível técnico, concentração e resistência dos competidores.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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