NOVO PONTÍFICE

Papa Leão XIV surpreende: o novo líder da Igreja Católica é apaixonado por tênis, não por futebol

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Christopher Furlong/Getty Images

Americano Robert Prevost é eleito papa e revela preferência por tênis, destoando de seu antecessor, Francisco, conhecido torcedor de futebol.

O norte-americano Robert Prevost, de 69 anos, foi eleito nesta quinta-feira (8/5) como o 267º papa da Igreja Católica, adotando o nome de Leão XIV. Nascido em Chicago, Prevost possui também cidadania peruana, concedida em 2015, após anos dedicados à missão pastoral no Peru, onde atuou de 2014 a 2023. Ele foi nomeado cardeal por Francisco em 30 de setembro de 2023, e sua eleição marca uma continuidade com elementos de renovação na liderança da Igreja.

Tênis no coração, não futebol

Diferentemente do papa Francisco — torcedor declarado do San Lorenzo, clube argentino —, Leão XIV não nutre grande entusiasmo pelo futebol. Seu esporte do coração é o tênis. Em entrevista ao jornal argentino La Nación e ao site Pillar Catholic, ainda como cardeal, ele revelou: “Me considero um grande aficionado por tênis. Mas desde que deixei o Peru tive poucas ocasiões de jogar, então espero voltar às quadras em algum momento.” A declaração revela um lado mais descontraído do novo pontífice e abre espaço para uma aproximação mais humanizada com os fiéis.

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O simbolismo por trás do nome Leão XIV

A escolha do nome pontifício também traz significados relevantes. Leão XIV remete ao papa Leão XIII, que liderou a Igreja entre 1878 e 1903 e é lembrado por seu pensamento social progressista e abertura ao diálogo com o mundo moderno. A inspiração indica que Prevost pode seguir uma linha semelhante, combinando tradição e inovação no seu pontificado. Ainda é cedo para prever os rumos da nova liderança, mas a figura do novo papa já desperta curiosidade e expectativa.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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