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Show de estrelas nas finais da NBA: Haliburton brilha e Shai confirma MVP com atuação impecável

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NBAE/ Getty Images

Indiana Pacers e Oklahoma City Thunder saem na frente nas decisões e mostram força com atuações decisivas de Haliburton e Shai Gilgeous-Alexander.

O Oklahoma City Thunder começou com autoridade sua caminhada rumo à grande final da NBA. Líder do Oeste na temporada regular, o time não tomou conhecimento do Minnesota Timberwolves e venceu com folga por 114 a 88 na noite de terça-feira (20).
O destaque absoluto da partida foi Shai Gilgeous-Alexander, recém-eleito MVP da temporada 2024-25. O armador canadense anotou 31 pontos, reforçando os impressionantes números que sustentaram sua premiação: média de 32,7 pontos, 6,4 assistências e 5 rebotes por jogo. Ele se tornou o terceiro jogador da história do Thunder a conquistar o troféu de jogador mais valioso.

Milagre (quase) completo no Madison Square Garden

Na quarta-feira (21), o lendário Madison Square Garden foi palco de uma verdadeira batalha entre New York Knicks e Indiana Pacers. Mesmo com a pressão da torcida, o time de Indiana conseguiu uma virada emocionante, vencendo por 138 a 135 na prorrogação.
Com apenas sete segundos no relógio e dois pontos atrás, Tyrese Haliburton acertou um arremesso quase milagroso de três pontos. O chute levou o jogo para o tempo extra, já que ele estava com o pé na linha. Ainda assim, foi o empurrão que os Pacers precisavam para fechar o confronto com vitória.
Haliburton, em grande fase, tem sido decisivo: em 14 arremessos cruciais nesta temporada (para empatar ou virar jogos nos minutos finais), converteu 12.

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Próximos confrontos: vantagem em jogo

A série continua acirrada. O jogo 2 entre Thunder e Timberwolves acontece nesta quinta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), com mando novamente do OKC.
Já os Knicks terão nova chance de empatar a série diante de sua torcida nesta sexta-feira (23), às 21h, novamente no Madison Square Garden.
Com as séries ainda em aberto, cada jogo promete ser uma batalha até o último segundo.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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