Outros Esportes

Jully Poca vence e conquista cinturão; filho de Anderson Silva derrota nigeriano

Publicado em

Jully Poca — Foto: Misfits Boxing

Misfits Boxing foi realizado nesta sexta-feira, em Londres, e brasileira levou o título do torneio de influencers

O Misfits Boxing 11 foi realizado nesta sexta-feira, em Londres, e contou com dois brasileiros no card. Filho de Anderson Silva, Gabriel Silva derrotou OJ Rose e conquistou sua segunda vitória na modalidade. Quem também brilhou foi Jully Poca, que em um duelo de influencers contra Alaena Vampira, levou a melhor e conquistou o cinturão do evento.

Tá rolando Black Friday do Combate com diversos brasileiros disputando título nas finais da PFL e no boxe internacional. Acesse combate.globo, aproveite o plano anual por R$14,90 e tenha o melhor do mundo da luta.

Jully Poca fatura cinturão

 

Sem nenhuma experiência na modalidade, Jully Poca foi convidada este ano para lutar boxe em um torneio entre influencers, e fez bonito. Após vencer suas duas primeiras adversárias, ela se classificou para a finalíssima contra a americana Alaena Vampira, valendo o cinturão do peso-cruzador da organização.

Leia Também:  Atleta Matogrossense conquista medalha de ouro em competição de Judô

Assim como em seus confrontos anteriores, a brasileira ganhou a torcida já em sua caminhada para o ringue, que desta vez foi ao som do grupo “Raça Negra”.

Na hora da luta, Vampira apresentou um bom volume em seu jogo, mas os golpes mais pesados de Poca fizeram a diferença. A americana chegou a balançar em algumas oportunidades, mas resistiu e seguiu na luta. Após cinco rounds, Jully Poca levou a vitória por decisão unânime (49-46, 48-47 e 49-46), faturando o cinturão.

– Com muita dedicação, trabalho duro e uma equipe forte, eu consegui. Ainda estou aprendendo, tenham paciência, vou trabalhar duro pra dar muita alegria para vocês – comemorou.

Gabriel Silva vence a segunda

 

Filho de Anderson Silva, Gabriel Silva fez sua segunda luta de boxe na carreira. Desta vez, ele encarou o nigeriano OJ Rose, que também contava com apenas um combate no currículo até então.

No duelo, Gabriel mostrou bastante habilidade e conectou mais golpes limpos em seu oponente, que buscava encurtar a distância para acertar o brasileiro. Ao final dos quatro rounds, valeu a melhor precisão de Gabriel, que faturou a vitória por decisão majoritária (38-38, 39-37 e 40-37)

Leia Também:  “O melhor da nova geração”: Alonso exalta Bortoleto após destaque na F1

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Outros Esportes

“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

Published

on

Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

Leia Também:  Luta entre Tyson Fury e Oleksandr Usyk é remarcada para 18 de maio

O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

FUTEBOL AMADOR

FUTSAL

FUTEVÔLEI

OUTROS ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA