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Popó enfrenta Kleber Bambam no Fight Music Show 4

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Popó comemora vitória sobre Junior Dublê — Foto: Fight Music Show / Mariana Lima

Anúncio foi feito nas redes sociais do ex-boxeador; na pesagem do FMS 3, o ex-BBB apareceu no local e quase foi às vias de fato com o tetracampeão mundial

O próximo desafio de Arcelino Popó Freitas no Fight Music Show está definido. O tetracampeão mundial de boxe, que vem de vitória em um minuto sobre Junior Dublê no FMS 3, desta vez terá pela frente o ex-BBB Kleber Bambam na quarta edição do evento, em data que ainda será divulgada. O anúncio foi feito nas redes sociais do ex-boxeador. Na pesagem da última luta de Popó, Bambam marcou presença e quase foi às vias de fato com o ex-lutador.

– Bambam, você vem falando há mais de cinco meses m***, vem falando que o Foguete vai me pegar, que você vai chocar o mundo. É verdade, você vai chocar o tablado do ringue. Você vai ver o Foguete dar xabu, porque eu sempre me preparei e sempre levei a sério tudo o que eu faço. Você procurou e desafiou a pessoa errada. Agora você vai ter que arcar com as consequências. Vai receber muito pau. Espere – disse Popó, finalizando o vídeo com um soco.

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Acelino Popó, 47 anos, está aposentado do boxe profissional, mas desde o ano passado tem feito lutas de exibição no Fight Music Show. Primeiro, enfrentou o comediante Whindersson Nunes numa luta que terminou empatada conforme as regras. Depois, nocauteou o lutador de MMA José Pelé Landi e, na sequência, o youtuber Junior Dublê.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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