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Brasil bate a Holanda na Liga das Nações

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Os erros ainda foram muitos, é verdade. Mas, no fim, o Brasil soube ter paciência. Na manhã desta quinta-feira, a seleção de José Roberto Guimarães teve problemas diante de uma Holanda em reformulação. Ao contrário da estreia contra a China, porém, dominou os momentos decisivos para chegar à primeira vitória na Liga das Nações em Nagoia, no Japão. Em 3 sets a 0, parciais 25/23, 25/23 e 25/21, se impôs em meio às dificuldades com uma grande atuação de Ana Cristina, dona de 23 pontos.

O placar de 3 a 0 pode até sugerir um jogo fácil. Não foi. A seleção brasileira voltou a errar muito em vários momentos, assim como na estreia, contra a China. No total, cedeu 21 pontos para as rivais em falhas não-forçadas. Mas, diante de um adversário bem mais frágil, soube se impor nos momentos decisivos. E com uma grande atuação de Ana Cristina. A ponteira, melhor em quadra, foi o principal nome da seleção, com 23 pontos na partida.

O primeiro momento não foi lá muito bonito. Na armação da jogada, ninguém se entendeu, e a bola sequer passou para o outro lado. Julia Bergmann, com um ace, até colocou o Brasil à frente pouco depois. Mas as dificuldades ainda estavam ali. Apesar de tantos duelos recentes, era uma Holanda desconhecida. Reformulada, a equipe europeia causou problemas logo de cara. Contou com outros erros do Brasil, é verdade, mas abriu 8/5 de forma inesperada.

A seleção de Zé Roberto não demorou a reagir. Depois de dois ataques holandeses para fora, o Brasil passou à frente em 9/8. O placar pulou para 15/12 momentos depois, com um ace de Kisy. Mas o time brasileiro abria espaço para sustos com erros não-forçados em sequência. Baijens voltou a deixar tudo igual na conta em 15/15. Mais à frente, a Holanda abriu dois pontos ao marcar 19/17.

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Quando, em mais um erro, as rivais abriram 21/18, Zé Roberto parou o jogo. Era mais uma tentativa de arrumar a casa na primeira parcial. Mas a mudança de postura veio mesmo com a entrada de Maiara Basso para sacar. Com direito a um ace, a ponteira fez o Brasil deixar tudo igual em 22/22. A virada veio pouco depois, com Ana Cristina em contra-ataque, dando o set point à seleção. O ponto final também foi da ponteira, com um ataque cruzado: 25/23.

Na volta à quadra, a Holanda não diminuiu o ritmo. Logo de cara, abriu 3/0 e voltou a deixar o Brasil em um momento difícil no jogo. A reação veio na sequência. Carol, com um ace, colocou o placar em 4/4. A virada veio com uma pancada de Ana Cristina, marcando 6/5. Aos poucos, o Brasil se soltou. Em um erro de ataque das holandesas, a seleção abriu quatro pontos: 11/7.

 

Àquela altura, as três principais atacantes do Brasil mandavam no jogo. Ana Cristina, perfeita no contra-ataque, liderava as ações. Julia Bergmann, que cresceu no segundo set, e Kisy também davam à seleção uma maior tranquilidade diante de um rival motivado, mas frágil. Mas, quando tudo parecia dominado, o Brasil relaxou e abriu espaço para a reação. A diferença, que fora de seis pontos, caiu para apenas um: 15/14.

Foi só um lapso. O Brasil voltou a acelerar e abriu 17/14 com um ace de Carol, um tanto sumida no jogo. Mas, mesmo em um dia abaixo do esperado, a central brasileira tinha seus diferenciais. Em mais um ace, marcou 19/14 pouco depois. O saque brasileiro, aliás, causava estragos à recepção holandesa Ao soltar o braço no serviço, Ana Cristina abriu 22/18 e pareceu encaminhar a vitória no set. Não foi bem assim. A vantagem voltou a sumir em instantes, e Zé Roberto parou o jogo em 22/21. O empate veio em um erro de Julia Bergmann. Mas o Brasil soube sofrer antes de fechar. No último ataque, Julia Bergmann usou o bloqueio rival para dar fim à parcial em 25/23.

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Julia Bergmann abriu a conta no terceiro set. A seleção tentou acelerar logo no início para não sofrer como nas parciais anteriores. A Holanda, porém, quis reagir e buscou dificultar a vida da equipe brasileira. Mas, em dois bloqueios seguidos, com Diana e Ana Cristina, o Brasil abriu quatro pontos, com 14/10.

O Brasil chegou a marcar 16/10, mas viu a Holanda voltar a cortar a diferença. O perigo foi passageiro. Ainda que não fosse brilhante, a seleção sabia sofrer. Lorena, que acabara de entrar, fechou a porta para Knollema e marcou 21/16. Julia Bergmann, também de bloqueio, ampliou na sequência e encaminhou a vitória. A Holanda até ameaçou uma nova reação, mas Zé Roberto acalmou os ânimos com um pedido de tempo. O ponto final tinha dona. Melhor em quadra, Ana Cristina soltou o braço para marcar 25/21 e garantir a vitória.

O Brasil volta à quadra na madrugada de sexta para sábado. A seleção encara a República Dominicana à 0h40.

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Capoeiristas mandam bem na 7ª Copa Nortão de Capoeira

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Atletas do Grupo Canto do Sabiá representaram o município com destaque na competição

Sorriso esteve muito bem representado na 7ª Copa Nortão de Capoeira Internacional, realizada neste domingo (19), em Lucas do Rio Verde. Os atletas do Grupo Canto do Sabiá, do Polo Cultural Mário Raiter, demonstraram todo seu talento ao conquistarem importantes colocações em diferentes categorias da competição.

Entre os destaques da delegação, três atletas conquistaram o lugar mais alto do pódio. Ana Júlia “Cadente” foi campeã na categoria Infantil 2 Feminino. Na categoria Juvenil 1 Feminino, o título ficou com Ana Luiza “Caixinhos Dourados”, enquanto Arthur Melo “Cebolinha” garantiu o primeiro lugar na categoria Juvenil 1 Masculino.

Sorriso também esteve entre os melhores colocados com Hemilly Vitória “Lagartixa”, que conquistou o quarto lugar na categoria Juvenil 1 Feminino, e João Gabryel “Cascão”, quinto colocado na categoria Juvenil 1 Masculino.

Segundo a secretária de Cultura de Sorriso Marisa Neto, as conquistas são resultado do empenho dos atletas, das famílias e dos instrutores, que diariamente trabalham para fortalecer a capoeira como instrumento de inclusão social, formação cidadã e valorização da cultura brasileira. “Estamos muito felizes com os resultados e, mais uma vez, nossas equipes mostraram a importância dos investimentos em projetos culturais e esportivos no município, criando oportunidades para que crianças e jovens desenvolvam suas habilidades, representem Sorriso em eventos regionais e estaduais e levem o nome da cidade cada vez mais longe”, disse Marisa.

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