TÊNIS DE MESA

Viagem a Cuba impede Hugo Calderano de disputar torneio nos EUA

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Noushad Thekkayil/NurPhoto via Getty Images

Brasileiro é barrado de entrar nos Estados Unidos por ter competido em Cuba em 2023 e perde um dos principais torneios da temporada.

O mesa-tenista Hugo Calderano, principal nome do Brasil na modalidade, foi impedido de competir no WTT Grand Smash Las Vegas, após ter sua entrada nos Estados Unidos negada. O motivo? Uma visita a Cuba em 2023, quando disputou o Campeonato Pan-Americano e o evento classificatório para os Jogos Olímpicos de Paris.

Com cidadania portuguesa, Calderano costuma entrar nos EUA por meio do ESTA (Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem), usado por países do Programa de Isenção de Visto. No entanto, segundo as autoridades americanas, quem viajou a Cuba após janeiro de 2021 perde esse direito, necessitando de um visto tradicional.

Tentativa de última hora não teve sucesso

Calderano explicou em comunicado oficial que seguiu o protocolo habitual com o passaporte português. Ao ser informado da irregularidade, mobilizou sua equipe para tentar um visto emergencial, mas a resposta não veio a tempo.

“É frustrante ficar fora de uma das mais importantes competições da temporada por questões que fogem do meu controle, especialmente vindo de resultados tão positivos”, declarou o atleta.

O brasileiro já havia conquistado títulos importantes em 2025, como o bicampeonato no WTT Star Contender e a vitória na Copa do Mundo de Tênis de Mesa, reforçando o impacto negativo dessa ausência em Las Vegas.

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Contexto geopolítico afeta o esporte

O caso expõe um ponto delicado da política externa dos Estados Unidos: viagens anteriores a países como Cuba ainda geram restrições mesmo para atletas de elite, ainda que não entrem com passaporte brasileiro.

Calderano, que vive na Europa e compete regularmente pelo circuito mundial, é o principal representante do tênis de mesa masculino brasileiro e uma das esperanças de medalha nos Jogos de Paris. Sua ausência nos EUA levanta questionamentos sobre como decisões diplomáticas podem influenciar diretamente o calendário esportivo internacional.

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Sorrisenses irão defender o Brasil no Sul Americano

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Além dos atletas em quadra, o técnico Cristiano Fripp irá comandar a seleção masculina

E vai ter sorrisense brilhando em quadra e também fora dela no Paraguai durante o Campeonato Sul-Centro Americano de Seleções de Handebol Infantil. Em quadra, pela equipe masculina o destaque será o atleta José Maximiliano Silva; já no feminino as gêmeas Ana Clara Marques Veloso e Maria Eduarda Marques Veloso é que vão brilhar nas disputas. E fora da quadra, o nome da vez é o técnico sorrisense Cristiano Fripp que irá comandar a seleção masculina infantil.

A competição é organizada pela Confederação Sul-Americana e será sediada A competição será realizada entre os dias 28 de julho e 3 de agosto, em Assunção, no Paraguai. Antes da viagem, os atletas selecionados participarão de um período de treinamentos previsto para ocorrer uma semana antes do início do torneio. Conforme Cristiano, os atletas treinam em São Paulo até o dia 27 de julho.

José Maximiliano tem 13 anos, o garoto que é destaque nas quadras mudou para Sorriso em 2025. Veio de Barra do Garças para integrar as categorias de base do Município. “Ele vem trabalhando muito para esse momento”, frisa o técnico.

As irmãs gêmeas Ana Clara Marques Veloso e Maria Eduarda Marques Veloso, atletas formadas nas categorias de base da Associação Sorriso de Handebol (ASHb), foram convocadas para integrar a Seleção Brasileira Infantil Feminina.

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A convocação foi oficializada pela Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que definiu os nomes das atletas e dos integrantes da comissão técnica para a fase de treinamentos, marcada para os próximos dias 25 e 26, em São Paulo, e para a disputa do Campeonato Sul-Centro Americano no Paraguai.

Ana Clara e Maria Eduarda iniciaram no handebol aos 8 anos, na ASHb, onde seguem em formação na modalidade. A convocação para vestir a camisa da Seleção Brasileira representa mais uma etapa da trajetória construída desde as categorias de base da modalidade.

Para o técnico Jordane de Jesus Santos, a presença das duas atletas na equipe nacional representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. “Ver duas atletas que iniciaram no handebol ainda crianças, cresceram dentro da nossa equipe e hoje chegam à Seleção Brasileira é motivo de muito orgulho. Essa convocação é resultado de anos de dedicação, disciplina e evolução. Também demonstra que o trabalho desenvolvido em Sorriso tem formado atletas preparadas para competir em alto nível”, destacou.

O técnico Cristiano Fripp, de Sorriso, foi convocado pela CBHb para comandar a Seleção Brasileira Infantil Masculina na temporada 2026. A definição da comissão técnica foi divulgada pela entidade nesta semana.

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Além de Fripp, a equipe será formada pelos assistentes técnicos Guilherme Salgado, de Ponte Nova (MG), e Rodolfo Moraes, de Cambé (PR), além do analista de desempenho Caio Barreira, de Taubaté (SP). A convocação coloca um profissional de Sorriso à frente de uma das categorias de formação da seleção brasileira. O trabalho da comissão técnica será voltado ao acompanhamento e desenvolvimento de atletas que integram a base da modalidade no país.

Com atuação ligada ao handebol de base, Cristiano Fripp acumula experiência na formação de atletas e em competições da modalidade. Agora, passa a integrar a estrutura técnica responsável pela preparação da equipe nacional infantil masculina. A categoria reúne atletas em fase de desenvolvimento esportivo e integra o processo de formação das seleções brasileiras. Nesse contexto, a comissão técnica tem a atribuição de conduzir avaliações, treinamentos e atividades voltadas à preparação dos jovens convocados.

Para Fripp, a convocação representa a oportunidade de contribuir com o trabalho desenvolvido pela Confederação Brasileira de Handebol junto às categorias de formação. “Recebo essa convocação com muita responsabilidade. É uma oportunidade de participar de um processo importante para o desenvolvimento dos atletas da modalidade e colaborar com o trabalho realizado pela seleção brasileira”, afirmou.

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