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“VG Mais Esporte” amplia acesso e revela novos talentos

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O programa oferece aulas gratuitas em diversas modalidades esportivas

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, tem ampliado o acesso ao esporte com o projeto “VG Mais Esporte”, iniciativa que oferece aulas gratuitas em diversas modalidades esportivas para crianças e adolescentes do município. A ação busca incentivar a prática esportiva, promover inclusão social e contribuir para o desenvolvimento físico, social e educacional dos jovens várzea-grandenses.

Atualmente, o programa atende quase 3 mil crianças e adolescentes, com atividades distribuídas de forma descentralizada em vários bairros da cidade, facilitando o acesso da população. As aulas acontecem em escolas, ginásios, campos de futebol e polos esportivos mantidos pela Prefeitura.

De acordo com o coordenador da ação, professor Gilson Casemiro, o projeto contempla diversas modalidades esportivas para crianças a partir dos sete anos de idade.

“Hoje ofertamos modalidades coletivas e individuais, como futebol, futsal, handebol, vôlei, basquete, atletismo, badminton, tênis de mesa, judô, karatê e taekwondo. Tudo é totalmente gratuito e aberto à comunidade de Várzea Grande”, destacou.

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O professor explica ainda que o projeto atende tanto alunos da rede pública quanto toda a comunidade.

“Não é apenas para estudantes da rede municipal ou estadual. Qualquer criança ou adolescente pode participar, basta estar estudando, ter boas condições de saúde e procurar a equipe do projeto para realizar a inscrição”, afirmou.

As atividades acontecem de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino e vespertino.

“As aulas começam às 8h e seguem até as 11h. No período da tarde, iniciam às 14h e vão até aproximadamente às 17h30. Temos polos espalhados por vários bairros, como Cristo Rei, Parque do Lago, São Mateus, José Carlos Guimarães e Figueirinha, entre outros”, explicou Gilson.

Outro importante destaque do programa é a inclusão no esporte. O projeto também oferece atendimento voltado ao paradesporto, ampliando as oportunidades para pessoas com deficiência.

“Quem tiver deficiência também pode nos procurar. Temos atendimento voltado ao esporte paralímpico, reforçando nosso compromisso com a inclusão”, completou o professor.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, reforçou que o objetivo da gestão é aproximar o esporte da população e garantir oportunidades para crianças e adolescentes em todas as regiões da cidade.

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“O esporte transforma vidas, promove disciplina, convivência social e melhora o rendimento escolar. Nosso compromisso é democratizar o acesso às práticas esportivas, levando atividades gratuitas para perto das famílias várzea-grandenses”, destacou.

A secretária também lembrou que escolas municipais e estaduais interessadas podem aderir ao projeto. Para isso, basta procurar a Superintendência de Esporte, localizada no bairro Fiotão, onde a equipe fornece todas as informações sobre funcionamento, inscrições e implantação das atividades nas unidades escolares.

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Escola da Comunidade reúne até 120 moradores

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Foto: Botof

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026

A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Lenine de Campos, no bairro Jardim União, reúne de 100 a 120 moradores por dia em atividades gratuitas de esporte e lazer oferecidas pelo programa Escola da Comunidade. Nesta terça-feira (15), crianças, jovens e adultos participaram da programação noturna, com opções de ginástica funcional, futsal e vôlei.

Desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o programa utiliza os espaços das unidades municipais fora do horário das aulas. Na EMEB Lenine de Campos, as atividades são realizadas às terças, quintas e sábados e atendem pessoas com idades entre 5 e 60 anos.

“A escola pública é muito mais do que um espaço de ensino: ela também deve estar a serviço da comunidade. A melhor forma de cuidar do patrimônio público é garantir que ele cumpra sua finalidade, sendo utilizado e preservado pela população. Com o projeto Escola da Comunidade, queremos manter esses espaços vivos e integrados aos bairros, oferecendo atividades que promovam saúde, convivência, diversão e lazer para pessoas de todas as idades”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Mateus Silva Alves.

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A programação começa às 18h, com a ginástica funcional voltada ao público feminino. Das 19h às 21h30, a quadra recebe as atividades de futsal e vôlei, que atendem cerca de 50 crianças e jovens dos públicos masculino e feminino. O funcionamento no período noturno também facilita a participação de trabalhadores e de pessoas que não conseguem praticar exercícios durante o dia.

Segundo o professor de Educação Física e instrutor do projeto, Janir Augusto de Aquiles Júnior, as atividades estimulam hábitos mais saudáveis e favorecem a convivência entre os moradores. “O principal benefício é a qualidade de vida. Temos alunas que relatam perda de peso, melhora da autoimagem e mais disposição. Além disso, o projeto movimenta a quadra e promove a integração entre os jovens e a comunidade”, afirmou.

O diretor da unidade, professor Elias Alves, também destaca a aproximação entre a escola e os moradores. “A abertura da escola fortaleceu a integração com a comunidade e ampliou a participação das famílias na vida escolar. Às terças, quintas e sábados, recebemos mães, pais, alunos e outros moradores em atividades esportivas, culturais e de lazer. Essa presença aproxima as famílias da escola, fortalece os vínculos e contribui para o desenvolvimento dos estudantes”, declarou.

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A vigilante Camila Rosenberg procurou o projeto como uma alternativa para deixar o sedentarismo e pretende continuar frequentando as aulas. “Vi o anúncio e vim participar. Gostei muito das atividades. Às vezes, a pessoa não tem dinheiro para pagar uma academia, e aqui a atividade é gratuita e aberta à comunidade”, relatou.

Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, João Pedro de Santiago participou pela primeira vez e ressaltou a oportunidade de integração. “Muda bastante coisa, porque as pessoas que ficariam na rua têm a oportunidade de estar aqui aprendendo.”

Antônio Rafael Sampaio da Silva frequenta a unidade para jogar futebol e conviver com outros moradores. “A gente joga bola, se diverte e fica tranquilo, sem briga”, contou.

O autônomo Kaíke Pereira da Silva, de 24 anos, reforçou o vínculo criado entre os participantes. “Representa alegria para o pessoal da comunidade. Toda terça e quinta o pessoal está aqui jogando, na amizade. Vai criando uma família.”

Em Cuiabá, o Escola da Comunidade atende cerca de 2 mil pessoas e tem previsão de alcançar até 23 unidades escolares em 2026.

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