SORRISO-MT

Torneio do Trabalhador reunirá mais de 30 equipes

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Evento promovido pelo Rotary Club acontece no dia 1º de maio

O tradicional Torneio do Trabalhador Armando Favaretto chega à sua 38ª edição em Sorriso. A competição será realizada no dia 1º de maio, das 8h às 20h, no Centro de Treinamento Zambiase, localizado no bairro Rota do Sol.

Promovido pelo Rotary Club de Sorriso, o torneio conta com o apoio da Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, além da Câmara de Vereadores. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a integração entre os trabalhadores e fortalecer o futebol society, que reúne grande número de adeptos na cidade.

A competição acontece na categoria masculina, com a participação de mais de 30 equipes confirmadas. O torneio também oferece premiação em dinheiro para os melhores colocados.

O time campeão receberá troféu e R$ 3 mil. O segundo lugar será premiado com troféu e R$ 2 mil, enquanto o terceiro colocado levará troféu e R$ 700. Já a equipe que ficar em quarto lugar receberá troféu e R$ 500.

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Interessados em participar ou obter mais informações podem entrar em contato pelos telefones (66) 99985-5467 ou (66) 99985-6880.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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