NBA – PLAYOFFS

Thunder vira jogo histórico após lesão de Ja Morant e derrota Grizzlies nos playoffs

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Justin Ford/Getty Images

Oklahoma reverte desvantagem de 29 pontos e conquista vitória épica em Memphis

O Oklahoma City Thunder protagonizou uma das maiores reviravoltas da história da NBA na noite desta quinta-feira (25/4), ao derrotar o Memphis Grizzlies por 114 a 108 no jogo 3 da primeira rodada dos playoffs. A franquia chegou a estar perdendo por 29 pontos no segundo quarto, mas conseguiu a segunda maior virada já registrada em partidas de pós-temporada, ficando atrás apenas do recorde de 31 pontos dos Clippers contra os Warriors em 2019.

Lesão de Ja Morant muda o rumo da partida

O ponto de virada do confronto aconteceu pouco antes do intervalo, quando Ja Morant, principal jogador dos Grizzlies, sofreu uma queda feia após falta cometida por Lu Dort. O armador deixou a quadra machucado e não retornou. Até aquele momento, Memphis liderava por 67 a 40. Sem sua maior estrela, o desempenho dos donos da casa despencou — perderam o restante do jogo por 74 a 41.

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A ausência de Morant afetou diretamente o ritmo ofensivo e defensivo dos Grizzlies, enquanto o Thunder cresceu em quadra com forte atuação coletiva e domínio no segundo tempo, aproveitando-se da fragilidade do adversário.

Série ganha contornos dramáticos

Com a vitória fora de casa, o Oklahoma City Thunder ganha vantagem psicológica e abre 2 a 1 na série melhor de sete. Além do feito histórico, a equipe mostrou resiliência e poder de reação, atributos cruciais para avançar na competição.

A situação dos Grizzlies agora preocupa: além da derrota dolorosa, o time pode ficar sem Ja Morant para os próximos jogos, o que compromete suas chances de recuperação na série. A equipe médica ainda avalia a gravidade da lesão.

O próximo jogo promete clima tenso, com Memphis tentando evitar a eliminação precoce e o Thunder buscando manter o embalo rumo à próxima fase dos playoffs.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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