DELEGAÇÃO DE SORRISO

Jiu-Jítsu conquista medalhas do Brasileiro Centro-Oeste

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Ao todo, foram 18 medalhas, sendo 11 de ouro

A bagagem da equipe que representou Sorriso no Campeonato Brasileiro Centro-Oeste de Jiu-Jítsu Gi e NoGi voltou pesada. Os 25 atletas da Capital do Agro que participaram da disputa voltaram para casa com 18 medalhas, sendo 11 ouros, 6 pratas e 1 bronze.

“Este resultado mostra que a disciplina traz resultado”, destaca o treinador da equipe, Pedro Jarutas. Com técnica afiada e muita raça, os atletas fizeram bonito das categorias pré-mirim até a master, da faixa branca à faixa preta, lembrando que as disputas contemplavam as modalidades com kimono (Gi) e sem kimono (noGi).

Realizada no fim de semana, no Ginásio Aecim Tocantins, a competição reuniu atletas de diferentes estados da região Centro-Oeste e integra o calendário da modalidade em 2026. O grupo viajou para a competição com apoio da Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Semel), que mantém incentivo à participação de atletas em eventos oficiais e no calendário esportivo regional e nacional.

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Para o secretário municipal de Esporte, Lazer e Juventude, Odimar Bianchin, a presença de Sorriso em competições deste porte reforça o trabalho desenvolvido no município. “Nosso objetivo é criar oportunidades para que os atletas evoluam, ganhem experiência e representem Sorriso em grandes eventos. O esporte transforma vidas, disciplina e abre caminhos para crianças, jovens e adultos”, destacou.

O secretário-adjunto da pasta, Douglas Brito, celebrou a conquista dos competidores com um visita ao Centro de Treinamento, na noite desta quarta-feira (22 de abril). “Ficamos muito felizes com este excelente desempenho da equipe e é muito gratificante partilhar de momentos assim, recheados de alegria pela vitória, e com os atletas novamente atentos e focados no treino, o que deve trazer resultados ainda mais expressivos”.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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