DE VOLTA

Jaqueline explica decisão de voltar ao vôlei após dois anos e fala sobre seleção: “Por que não?”

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Jaqueline está de volta às quadras após dois anos — Foto: Júlio Nascimento

Ponteira bicampeã olímpica retorna às quadras para defender o novo time de Campinas

O que levou Jaqueline à decidir retornar ao vôlei depois de dois anos longe das quadras foi o principal assunto da apresentação da ponteira bicampeã olímpica como reforço do novo time feminino de Campinas, nesta sexta-feira à tarde.

Aos 39 anos, Jaque disse que tomou a decisão por sentir falta da rotina e também porque precisava provar que ainda poderia atuar em alto nível.

Jaqueline também revelou que nas conversas com o marido Murilo tinha estipulado 2023 como o último ano para retornar às quadras e por isso aceitou logo de cara o novo desafio com o Campinas.

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– Eu falei com o Murilo que não poderia passar de 2023 se não não faria mais sentido. Quando apareceu o convite senti que era Deus me dando uma oportunidade.

Ao lado das amigas Fabíola e Mari Paraíba, também nomes conhecidos do elenco de Campinas, Jaqueline foi questionada se a seleção brasileira faz parte dos planos neste momento da carreira e não descartou voltar a defender o time nacional.

– Por que não? Eu quero mostrar que idade não é um empecilho para jogar em alto nível. Eu não gosto de fazer nada de qualquer jeito. Eu vou me entregar, vamos nos dedicar muito na Superliga C e no Campeonato Paulista. Se a gente estiver jogando bem e merecermos convocações, por que não?

Com a ambiciosa meta de ser campeão mundial em quatro temporadas, Campinas vai começar a busca pela elite nacional na Superliga C e também terá pela frente a disputa do Campeonato Paulista – a partir de agosto.

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Cris Cyborg conquista cinturão no boxe e desafia Claressa Shields

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Brasileira segue invicta na modalidade e faz oferta milionária para encarar lutadora americana

Cris Cyborg adicionou mais um cinturão à sua premiada carreira de lutadora. Neste sábado, ela derrotou a colombiana Paulina Cardona por nocaute técnico no segundo round e conquistou o título mundial da WIBA (Women’s International Boxing Association) na divisão dos super-meio-médios. O duelo foi realizado em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

Com a vitória, Cyborg manteve sua invencibilidade na modalidade, onde soma oito vitórias. E o cinturão conquistado se junta à uma coleção invejável no MMA, onde possui os títulos do UFC, Strikeforce, PFL, Invicta e Bellator.

Após o triunfo, a brasileira lançou um desafio através de suas redes sociais à Claressa Shields, um dos grandes nomes do boxe feminino.

“8-0 no boxe. Campeã mundial WIBA na categoria de 154 libras. Claressa Shields, você me desafiou para uma luta na categoria de 154 libras (antes de eu ter qualquer experiência no boxe). Estou aqui. Estou disposta a subir para 72kg (160 libras) para lutar com você. Estou disposta a te oferecer dois milhões de dólares pela luta, mas a luta precisa acontecer antes do fim do ano. Você fala que é a GWOAT (maior lutadora de todos os tempos). Se você não aceitar, essa sigla passa a significar “a mulher mais boba de todos os tempos”.”

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