DERROTA HONROSA

Bia Haddad é eliminada por Paolini nas quartas em Bad Homburg e mira Wimbledon

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Dan Istitene/Getty Images

Brasileira cai diante da número 4 do mundo em partida equilibrada e foca agora no Grand Slam de Wimbledon.

A brasileira Bia Haddad se despediu do WTA 500 de Bad Homburg, na Alemanha, após ser derrotada nas quartas de final pela italiana Jasmine Paolini, atual número 4 do mundo. Em um duelo equilibrado, a tenista paulista perdeu por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 7/5.

Paolini, que foi vice-campeã de Wimbledon em 2024 e vive excelente fase no circuito, soube impor seu jogo nos momentos decisivos. Apesar da eliminação, a atuação de Bia mostrou competitividade diante de uma das melhores tenistas da atualidade.

Campanha consistente e olho em Wimbledon

Bia Haddad chegou às quartas após uma vitória suada sobre a ucraniana Elina Svitolina, na última quarta-feira (25/6), por 2 sets a 1. A campanha sólida em Bad Homburg sucede uma série de bons resultados da brasileira na temporada de grama, incluindo o título de duplas no WTA 250 de Nottingham, conquistado no último domingo (22/6).

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A tenista, que é hoje a principal representante do Brasil no circuito feminino, segue em evolução técnica e física. Sua atuação nos torneios preparatórios tem gerado expectativas positivas para o Grand Slam de Wimbledon, que começa nos próximos dias.

Próximo desafio: o maior palco do tênis

Com a eliminação na Alemanha, Bia volta suas atenções para Wimbledon, um dos torneios mais prestigiados do tênis mundial. A competição será uma nova oportunidade para a brasileira buscar bons resultados em simples, além de ampliar sua presença nas duplas, modalidade em que tem se destacado.

A temporada 2025 tem mostrado uma Bia mais madura e confiante, mesmo diante de adversárias do topo do ranking. Contra Paolini, mesmo com a derrota, a brasileira demonstrou solidez nos fundamentos e capacidade de competir em alto nível — fatores que podem ser decisivos em Londres.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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