No "Peladão", árbitro se atrapalha na disputa de pênaltis, gera discussão e vai embora com placar indefinido

Ao tentar corrigir equívoco, o responsável pelo apito não teve sucesso e preferiu deixar o caso para o Conselho Disciplinar

Por Da Redação em 15/08/2022 às 19:47:06

Foto: Alan Cosme

Uma das equipes de maiores investimentos no Campeonato Peladão, o Gela Guela colocou seu favoritismo à prova ao enfrentar a Família Curado na tarde de domingo (14) no mini estádio Santa Isabel, em Várzea Grande. Em duelo equilibrado durante os 80 minutos, o placar não saiu do zero, a disputa foi para os pênaltis mas o jogo não terminou. A falta de atenção do árbitro do jogo causou uma enorme discussão generalizada, e diante do tumulto, o "dono do apito" pegou a súmula e deixou o caso para o Conselho Disciplinar resolver.

O JOGO

No tempo normal, o que se viu foi um Gela Guela com boa posse de bola, bom volume de jogo, mas pouca eficiência ofensiva. No elenco, atletas como Lukinhas Mutante, Julierme, Profeta, Paulinho Mangabeira, Wellinton W11, Adriano Imperador, além do goleiro Angu. Do outro lado, Luis SB e João Vitinho eram os principais nomes, e rodeado de atletas em crescimento na Várzea Grande deram muito trabalho.

Se o Gela Guela pouco agrediu com a bola nos pés, a Família Curado foi perigosa em quase todos os contra-ataques que armou. Só faltou competência nas finalizações. Diante do cenário, o mais provável acabou acontecendo, com o zero permanecendo no placar, de ambos os lados até o fim da partida, deixando que o vencedor fosse conhecido na disputa de pênaltis.

Na disputa de pênaltis, João Vitinho iniciou batendo na trave e desperdiçando a primeira chance da Família Curado. Profeta, para o Gela Guela, colocou a bola pra fora. A segunda rodada foi de pênaltis convertidos para os dois lados, deixando o placar em 1 a 1. O último pênalti foi desperdiçado pela Família Curado, e quando Lenon converteu para garantir a vitória do Gela Guela, começou a discussão.

A equipe da Familia Curado afirmou que o atleta foi substituído durante o tempo regulamentar. O árbitro concordou com a reclamação, assumindo que não prestou atenção que o batedor seria um atleta que já estava fora do jogo e disse que mandaria voltar o pênalti. A Familia Curado não concordou, querendo que o pênalti fosse dado como perdido, enquanto o Gela Guela mostrava disposição em bater novamente, com outro batedor. O imbróglio continuou, sem acordo. O árbitro, rodeado de dirigentes e atletas, optou por ir embora por questão de segurança, e deixar o caso pra o Conselho Disciplinar resolver.

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