FÓRMULA 1

Red Bull mantém confiança no título de Verstappen, apesar da distância para a McLaren

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Andrea Diodato/NurPhoto via Getty Images

Neerlandês ocupa o terceiro lugar no mundial de pilotos, 43 pontos atrás de Oscar Piastri, líder da temporada

Após quatro títulos consecutivos, Max Verstappen enfrenta uma temporada mais desafiadora na Fórmula 1. O piloto da Red Bull ocupa atualmente a terceira colocação no campeonato, com 43 pontos de desvantagem para o líder, Oscar Piastri, da McLaren. A diferença obriga o neerlandês a reagir rapidamente nas próximas etapas se quiser manter viva a chance de conquistar o pentacampeonato em 2025.

Red Bull mantém otimismo

Apesar do cenário desfavorável, a Red Bull segue confiante na recuperação. O chefe da equipe, Christian Horner, reforçou que acredita no quinto título de Verstappen, embora reconheça as dificuldades. “Se ainda acredito no quinto título? Sim, mesmo que seja muito difícil. Vencer ainda este ano continua sendo nosso grande objetivo. Nunca vamos desistir. Sempre fui o tipo de pessoa que pensa que nada é impossível. Do contrário, a equipe não seria o que é hoje e eu não estaria nessa posição”, afirmou Horner ao jornal De Telegraaf, dos Países Baixos.

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Situação crítica também entre as equipes

O momento da Red Bull não preocupa apenas no mundial de pilotos. No campeonato de construtores, a escuderia austríaca ocupa a quarta colocação, distante 212 pontos da líder McLaren. A próxima oportunidade para a reação será no dia 29 de junho, no circuito de Spielberg, na Áustria — justamente a casa da Red Bull Racing, onde a equipe espera aproveitar o fator local para buscar um resultado expressivo e reduzir a diferença.

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Futebol Profissional

Rayan salva Brasil no fim e Seleção empata com a Austrália em estreia após a Copa

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Em sua primeira partida depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026, o Brasil não convenceu, mas escapou da derrota. A Seleção empatou em 1 a 1 com a Austrália nesta sexta-feira, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, e só conseguiu evitar o tropeço no último lance da partida, quando Rayan cabeceou para deixar tudo igual. Irankunda, de falta, havia colocado os donos da casa na frente.

O técnico Carlo Ancelotti aproveitou o amistoso para testar e deu chances de estreia a Vitor Reis, Matheuzinho, Mauro Júnior e Jair. As mudanças, porém, não renderam o efeito esperado: a equipe apresentou um futebol pobre e ainda sofreu com as más condições do gramado.

O jogo

O primeiro susto, aliás, veio dos australianos. Aos seis minutos, Irankunda arriscou de longe e obrigou Hugo Souza a fazer boa defesa. O Brasil, atrapalhado pelo campo irregular de Townsville, demorou a se encontrar e só chegou com perigo aos 25 minutos, em chute de Estêvão para fora. Aos 37, Vinicius Júnior disparou em contra-ataque e serviu Raphinha, que finalizou por cima, com desvio. Estêvão ainda comemorou um gol aos 45 minutos, mas o tento foi anulado após revisão do VAR, por falta de Bruno Guimarães na origem da jogada.

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O segundo tempo começou no mesmo ritmo lento. Sem conseguir criar, o time brasileiro só voltou a assustar aos 17 minutos, quando Vini Jr. lançou Raphinha, que invadiu a área e chutou cruzado, com muito perigo.

A Austrália soube capitalizar a fraca atuação brasileira. Aos 22 minutos, Irankunda cobrou falta com força, no alto, sem chances de defesa para Hugo Souza, e abriu o placar.

A Seleção partiu para o tudo ou nada na reta final e foi premiada no último lance. Raphinha cobrou escanteio com precisão para Rayan, que cabeceou firme. A bola desviou no goleiro Beach, tocou o travessão e entrou, garantindo o empate.

O Brasil volta a campo na terça-feira, 29, para o segundo amistoso contra a Austrália, às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane.

ARBITRAGEM
Árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
VAR Yusuke Araki (JAP)
GOLS
Irankunda Aos 22 minutos do 2º tempo (Austrália)
Rayan Aos 49 minutos do 2º tempo (Brasil)
ESCALAÇÕES
Austrália Beach; Italiano (Geria), Circati, Souttar, Herrington e Behich; Irvine (Yazbek) e Okon-Engstler (O’Neill); Metcalfe (Younis), Irankunda (McGree) e Yengi. Técnico: Tony Popovic
Brasil Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis (Jair) e Douglas Santos (Mauro Júnior); Danilo e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Raphinha, Estêvão (Rayan), Vini Jr. (Samuel Lino) e Endrick (Pedro). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes

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