7 A 1 NUNCA SERÁ SUPERADO

“Pior que o 7 a 1”: Jornalista vê atuação do Brasil contra a Argentina como a mais vexatória da história

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JUAN MABROMATA/AFP

Para Bruno Formiga, Seleção de Dorival foi ainda mais apática do que na histórica goleada sofrida contra a Alemanha em 2014

 

A derrota por 4 a 1 para a Argentina nesta terça-feira (25), pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo, deixou marcas profundas na imagem da Seleção Brasileira. Para o jornalista Bruno Formiga, da TNT Sports, o desempenho da equipe comandada por Dorival Júnior foi ainda mais lamentável do que o histórico 7 a 1 contra a Alemanha, na semifinal do Mundial de 2014.

Comparação direta com o maior vexame

“Em termos simbólicos, o 7 a 1 nunca será superado. É a maior derrota da história da Seleção”, ponderou Formiga. “Mas, analisando friamente o que foi apresentado em campo, a atuação contra a Argentina foi pior. O Brasil sequer competiu.”

Ausência total de reação

O jornalista ressaltou que, mesmo diante do massacre alemão em 2014, a Seleção ainda teve momentos de participação ofensiva. “Naquele jogo, o Brasil criou chances antes do primeiro gol e obrigou o Neuer a fazer defesas. No segundo tempo, mesmo com tudo perdido, ainda produziu algo”, relembrou. “Já contra a Argentina, não houve absolutamente nada. Nem quando já estava 3 ou 4 a 1.”

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Desempenho que entra para a história

A crítica de Formiga reforça a gravidade do momento vivido pela Seleção Brasileira. Para ele, o time atual demonstrou uma apatia que jamais se viu em partidas de tamanha relevância. A fala corrobora com outras análises que apontam para a necessidade urgente de mudanças estruturais no comando técnico e na postura dos jogadores diante de clássicos e grandes decisões.

A goleada sofrida em Buenos Aires reacendeu um debate que parecia superado desde o trauma de 2014: o Brasil perdeu não só no placar, mas também na identidade.

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Mato-grossense Leonardo Storck é campeão e conquista vaga em Roland Garros

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Leonardo Storck, atleta da Rio Tennis Academy, do Rio de Janeiro, virou a batalha contra o principal favorito, o colombiano Juan Bolivar, 44º do mundo, e conquistou, neste domingo, o título do Roland Garros Junior Series, garantindo vaga na chave principal juvenil do Aberto da França, Grand Slam disputado no saibro no final de maio em Paris, na França.

Storck marcou 2 sets a 1, com parciais de 2/6, 6/2 e 6/4, na quadra central lotada da Sociedade Harmonia de Tênis, em São Paulo. A vitória coroa uma semana somente com triunfos do atleta cuiabano, que vai disputar seu segundo Grand Slam na carreira. Ele também foi campeão do Australian Open Juniors South America Series em outubro passado e disputou este ano a chave juvenil do Aberto da Austrália, em Melbourne.

“Na hora em que eu estava perdendo o primeiro set, ainda eu estava um pouco nervoso, um torneio tão grande assim, a quadra cheia, nunca joguei com tanto público. Agradecer ao público que fez a diferença e me fez ganhar esse jogo. Na hora em que voltei do banheiro no intervalo, sabia que poderia entregar muito mais, comecei a me apoiar mais na torcida”, disse o brasileiro, que celebrou.

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“Ainda tô tentando descrever o que aconteceu, muito feliz, agradecer toda a minha família que esteve presente, meus amigos de Cuiabá, ao meu time da Rio Tennis”, celebrou Storck.

O atleta não para e já segue para a disputa dos Jogos Sul-Americanos juvenis, onde representa o Brasil na semana que vem no Panamá.

A Rio Tennis Academy tem parceria com o Banco BRB, ENGIE, Kallas, FILA, Wilson, LIQUIDZ e Granado.

Fonte: Esportes

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