Vitória do Palmeiras é o terceiro jogo interrompido por alerta de raios e tempestade nos Estados Unidos
A vitória do Palmeiras sobre o Al-Ahly por 2 a 0, pela segunda rodada da fase de grupos do Mundial de Clubes da Fifa, ficou marcada por uma paralisação de aproximadamente 30 minutos no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O motivo foi o risco de tempestade e queda de raios, situação que obrigou jogadores a saírem de campo e os torcedores a deixarem suas cadeiras temporariamente.
Este foi o terceiro jogo da competição a ser interrompido por condições climáticas adversas, refletindo um cenário de instabilidade que tem afetado os Estados Unidos nos últimos dias.
A primeira paralisação: Ulsan x Mamelodi Sundowns
O primeiro jogo afetado foi o confronto entre Ulsan HD (Coreia do Sul) e Mamelodi Sundowns (África do Sul), válido pelo Grupo F, realizado na última terça-feira (17/6), em Orlando, na Flórida. A partida, que estava prevista para começar às 19h (horário de Brasília), foi adiada em 1 hora e 5 minutos por conta de alerta de tempestade.
Além da suspensão, os torcedores foram orientados a evacuar as arquibancadas, seguindo protocolos de segurança típicos de eventos esportivos nos Estados Unidos. Quando retomado, o duelo terminou com vitória dos sul-africanos por 1 a 0.
Segunda interrupção: Pachuca x RB Salzburg
Na quarta-feira (18/6), o alerta climático voltou a impactar a competição. No jogo entre Pachuca (México) e RB Salzburg (Áustria), válido pelo Grupo H, a partida precisou ser interrompida aos nove minutos do segundo tempo, devido à confirmação de tempestade e risco de raios na região de Cincinnati.
A paralisação foi longa: 1 hora e 40 minutos até que os atletas pudessem voltar ao gramado. Ao final, o Salzburg venceu por 2 a 1 e assumiu a liderança provisória do grupo.
Procedimento padrão nos Estados Unidos
Em todos os casos, os telões dos estádios exibiram o aviso oficial de suspensão por condições climáticas, um procedimento padrão adotado em eventos esportivos realizados nos Estados Unidos. As medidas visam proteger atletas, comissão técnica e público diante do risco de descargas elétricas e fortes tempestades.
A sequência de paralisações acende um alerta sobre os impactos das condições climáticas no andamento da competição, especialmente em regiões propensas a eventos extremos nesta época do ano.