Luis Galván, referência da seleção campeã do mundo e símbolo do futebol de Córdoba, falece aos 77 anos
O futebol argentino perdeu nesta segunda-feira (5/5) uma de suas figuras mais emblemáticas: Luis Adolfo Galván, ex-zagueiro campeão da Copa do Mundo de 1978, morreu aos 77 anos. A causa da morte não foi divulgada. Titular na histórica conquista da Argentina em casa, Galván também integrou a equipe na Copa de 1982, na Espanha. A notícia foi confirmada pela Federação Argentina de Futebol (AFA), que, em nota assinada pelo presidente Claudio Tapia, prestou condolências aos familiares e amigos.
Ídolo do Talleres e referência de liderança
Além de seu protagonismo na seleção argentina, Galván construiu uma carreira memorável no Talleres, clube onde atuou por 14 anos, entre 1970 e 1982, e posteriormente em 1987 e 1988, quando encerrou sua trajetória nos gramados. Pelo clube cordobês, foi heptacampeão da Liga Cordobesa e peça central no vice-campeonato nacional de 1977, ano em que o Talleres se firmou entre os grandes do país.
Em nota oficial, o clube exaltou a importância do ex-jogador: “Luis Galván não foi apenas uma referência dentro do campo, mas também um exemplo de humildade, esforço e amor pelas cores do Talleres. Seu legado perdurará na memória de todos que fazem parte da nossa instituição e do futebol argentino”.
Reconhecimento e respeito nacional
Entre 1973 e 1982, Galván defendeu com dedicação a camisa da seleção argentina, sendo lembrado como símbolo de comprometimento e solidez defensiva. Sua postura em campo e fora dele o transformou em uma figura admirada por torcedores de todas as gerações. A morte de Galván representa não apenas a perda de um ídolo esportivo, mas de um personagem fundamental da história do futebol argentino moderno.
O velório e as homenagens ao ex-zagueiro devem reunir grande número de torcedores e personalidades do esporte. Luis Galván deixa um legado marcado por conquistas, liderança e profundo amor ao futebol.