PREMIER LEAGUE

Liverpool pode ser campeão hoje sem entrar em campo: entenda o cenário

Publicado em

Shaun Botterill/Getty Images

Reds lideram com folga e podem confirmar o título nesta quarta (23), caso o Arsenal tropece contra o Crystal Palace

O Liverpool está muito próximo de uma conquista histórica na Premier League. Com 13 pontos de vantagem sobre o vice-líder Arsenal, os Reds podem levantar o troféu ainda nesta quarta-feira (23/4) sem precisar entrar em campo. Para isso, basta que o Crystal Palace vença o confronto contra os Gunners, às 16h (horário de Brasília). Caso o Arsenal apenas empate, ainda manterá chances matemáticas, adiando a definição.

Campanha dominante e vitória decisiva sobre o Leicester

A equipe comandada por Jürgen Klopp chegou aos 79 pontos ao vencer o Leicester por 1 a 0 no último domingo (20), com gol marcado por Alexander-Arnold. O resultado consolidou a liderança dos Reds, que agora dependem apenas de uma combinação favorável para confirmar o título antecipado. O feito interromperia a hegemonia do Manchester City, campeão nas últimas quatro temporadas consecutivas.

Título pode marcar novo ciclo vitorioso

A última vez que o Liverpool conquistou a Premier League foi em 2019/20, em uma campanha igualmente avassaladora. Caso o título se confirme nesta quarta, o clube de Anfield não só encerra a sequência do City, como reafirma sua força em um dos campeonatos mais competitivos do mundo. O feito também reforça o trabalho de Klopp, que pode estar diante de sua última grande conquista à frente da equipe — rumores indicam possível mudança no comando técnico ao fim da temporada.

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Futebol Profissional

Rayan salva Brasil no fim e Seleção empata com a Austrália em estreia após a Copa

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Em sua primeira partida depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026, o Brasil não convenceu, mas escapou da derrota. A Seleção empatou em 1 a 1 com a Austrália nesta sexta-feira, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, e só conseguiu evitar o tropeço no último lance da partida, quando Rayan cabeceou para deixar tudo igual. Irankunda, de falta, havia colocado os donos da casa na frente.

O técnico Carlo Ancelotti aproveitou o amistoso para testar e deu chances de estreia a Vitor Reis, Matheuzinho, Mauro Júnior e Jair. As mudanças, porém, não renderam o efeito esperado: a equipe apresentou um futebol pobre e ainda sofreu com as más condições do gramado.

O jogo

O primeiro susto, aliás, veio dos australianos. Aos seis minutos, Irankunda arriscou de longe e obrigou Hugo Souza a fazer boa defesa. O Brasil, atrapalhado pelo campo irregular de Townsville, demorou a se encontrar e só chegou com perigo aos 25 minutos, em chute de Estêvão para fora. Aos 37, Vinicius Júnior disparou em contra-ataque e serviu Raphinha, que finalizou por cima, com desvio. Estêvão ainda comemorou um gol aos 45 minutos, mas o tento foi anulado após revisão do VAR, por falta de Bruno Guimarães na origem da jogada.

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O segundo tempo começou no mesmo ritmo lento. Sem conseguir criar, o time brasileiro só voltou a assustar aos 17 minutos, quando Vini Jr. lançou Raphinha, que invadiu a área e chutou cruzado, com muito perigo.

A Austrália soube capitalizar a fraca atuação brasileira. Aos 22 minutos, Irankunda cobrou falta com força, no alto, sem chances de defesa para Hugo Souza, e abriu o placar.

A Seleção partiu para o tudo ou nada na reta final e foi premiada no último lance. Raphinha cobrou escanteio com precisão para Rayan, que cabeceou firme. A bola desviou no goleiro Beach, tocou o travessão e entrou, garantindo o empate.

O Brasil volta a campo na terça-feira, 29, para o segundo amistoso contra a Austrália, às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane.

ARBITRAGEM
Árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
VAR Yusuke Araki (JAP)
GOLS
Irankunda Aos 22 minutos do 2º tempo (Austrália)
Rayan Aos 49 minutos do 2º tempo (Brasil)
ESCALAÇÕES
Austrália Beach; Italiano (Geria), Circati, Souttar, Herrington e Behich; Irvine (Yazbek) e Okon-Engstler (O’Neill); Metcalfe (Younis), Irankunda (McGree) e Yengi. Técnico: Tony Popovic
Brasil Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis (Jair) e Douglas Santos (Mauro Júnior); Danilo e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Raphinha, Estêvão (Rayan), Vini Jr. (Samuel Lino) e Endrick (Pedro). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes

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