SELEÇÃO BRASILEIRA

Do banco da Azzurra ao comando da Amarelinha: a trajetória de Ancelotti nas Copas

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Helios de la Rubia/ Real Madrid

Novo técnico do Brasil, Ancelotti já viveu uma final de Copa contra a Seleção — e perdeu. Agora, quer fazer história do outro lado.

Recém-anunciado como técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti já conhece bem o peso de uma Copa do Mundo — e do Brasil em campo. Em 1994, ele foi auxiliar técnico da Itália sob o comando de Arrigo Sacchi. Naquela campanha histórica, a Squadra Azzurra chegou à final do Mundial nos Estados Unidos, mas foi derrotada nos pênaltis por ninguém menos que o Brasil de Romário, Bebeto, Dunga e companhia, que conquistou o tetracampeonato.

Com Ancelotti na comissão técnica, a Itália fez uma campanha sólida: 7 jogos, 4 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota. O time marcou 8 gols, sofreu 7 e passou duas partidas sem ser vazado. A equipe teve ainda 78% de precisão nos passes, o que reflete o estilo metódico e organizado que também marca a carreira do treinador.

Da Azzurra aos gigantes da Europa

Após a experiência com a seleção italiana, Ancelotti deu início à sua carreira como técnico principal em 1995, no Reggiana. De lá, construiu uma trajetória de sucesso nos maiores clubes do mundo. Passou por Parma, Juventus, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique, Napoli e Everton, até se consolidar como o treinador mais vitorioso da história do Real Madrid, com 15 títulos conquistados em duas passagens.

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O desafio de comandar o Brasil

Agora, aos 65 anos, Carlo Ancelotti assume a missão de resgatar o prestígio da Seleção Brasileira, que vive um jejum de títulos mundiais desde 2002. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já confirmou a data da primeira convocação sob seu comando. O treinador, que encerrou sua carreira como jogador justamente contra o Brasil, volta a cruzar os destinos com a Amarelinha — desta vez no banco de reservas e com o desafio de escrever uma nova história com a camisa verde e amarela.

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Futebol Profissional

Flamengo goleia Independiente Medellín e mantém 100% na Libertadores

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O Flamengo dominou o Independiente Medellín, da Colômbia, com placar de 4 a 1 nesta quinta-feira (17.04), pela segunda rodada do Grupo A da Copa Libertadores, no Maracanã. Lucas Paquetá, Bruno Henrique, Arrascaeta e Pedro balançaram as redes pelo Mengão, enquanto Yony González descontou para os visitantes. Invicto, o Rubro-Negro lidera a chave; o time colombiano cai para terceiro com apenas um ponto.

O jogo

Aos 15 minutos, Ayrton Lucas avançou pela esquerda e achou Paquetá, que dominou no peito e soltou um foguete rasteiro para abrir o placar – seu primeiro na Liberta. Aos 40, ex-Flamengo Yony González recebeu de Alexis Serna e encobriu Rossi para empatar. Logo aos 45, Arrascaeta carregou pela ponta e cruzou para Bruno Henrique cabecear com força no terceiro andar.

Segundo tempo

Aos 3, Bruno Henrique devolveu o favor e lançou Arrascaeta, que invadiu a área e finalizou com categoria para o terceiro. Aos 51, em contra-ataque letal, Luiz Araújo tabelou com Pedro, que chutou de bico na saída do goleiro para fechar a goleada.

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Próximo jogo do Flamengo

Jogo: Flamengo x Bahia
Competição: Brasileirão – Rodada 12
Data: 19/04/2026 (domingo)
Horário: 19h30 (Brasília)
Local: Maracanã

FICHA TÉCNICA
Flamengo 4 x 1 Independiente Medellín
Competição Copa Libertadores – Grupo A – 2ª rodada
Local Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data 16/04/2026 (quinta-feira)
Horário 21h30 (Brasília)
Cartões Amarelos Perlaza (Independiente), Chaverra (Independiente), Luiz Araújo (Flamengo) e Cataño (Independiente)
Cartões Vermelhos Nenhum
Gols Lucas Paquetá (15′ 1ºT, Flamengo); Yony González (40′ 1ºT, Independiente); Bruno Henrique (45′ 1ºT, Flamengo); Arrascaeta (4′ 2ºT, Flamengo); Pedro (51′ 2ºT, Flamengo)
Arbitragem Árbitro: Andrés Matonte (URU)
Flamengo Rossi, Ayrton Lucas, Léo Pereira, Danilo e Emerson Royal; Lucas Paquetá (Pedro), Evertton Araújo e Arrascaeta (Plata); Samuel Lino (Luiz Araújo), Bruno Henrique (De la Cruz) e Carrascal (Wallace Yan). Técnico: Leonardo Jardim
Independiente Medellín Chaux, Chaverra (Moreno), Ortiz, Londoño e Fabra; Mena (Palacios), Perlaza (Loboa), Serna e Yony González (Montaño); Chaverra (Cataño) e Fydriszewski. Técnico: Alejandro Restrepo

Fonte: Esportes

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