Técnico rebate críticas mesmo após vitória e garante ambiente tranquilo no elenco: “Não me sinto ameaçado”
Apesar do triunfo por 1 x 0 sobre o Puerto Cabello, da Venezuela, pela 2ª rodada da Copa Sul-Americana, o ambiente no Vasco segue conturbado. Mesmo com o resultado positivo nesta terça-feira (8), o técnico Fábio Carille deixou o gramado sob vaias e xingamentos da torcida, refletindo a insatisfação com o desempenho da equipe.
O gol da vitória manteve o Vasco na briga pela classificação no grupo, mas não foi suficiente para acalmar os ânimos dos torcedores em São Januário, que cobraram mais do que o simples resultado: querem performance e entrega.
Resposta firme e apelo por apoio
Na entrevista coletiva após o jogo, Carille foi direto ao comentar as críticas recebidas. Para o treinador, as manifestações da arquibancada acabam atrapalhando o desempenho dos jogadores dentro de campo.
“O Vasco precisa muito do torcedor. Quando me xingam ou xingam algum atleta, isso passa para o campo. A gente sente um nervosismo desnecessário que não está ajudando em nada”, afirmou o comandante. Ele reconheceu o direito da torcida de se expressar, mas pediu compreensão quanto ao impacto emocional que isso causa no grupo durante a partida.
Confiança no elenco e foco nos próximos desafios
Apesar da pressão externa, Carille demonstrou confiança no trabalho que vem sendo feito. Garantiu que não se sente ameaçado no cargo e elogiou o ambiente interno do clube: “O clima no CT é maravilhoso. Os jogadores se dedicam muito, prestam atenção em tudo. O ambiente está tranquilo, não me sinto ameaçado.”
O Vasco agora volta suas atenções para dois confrontos importantes. No sábado (12), enfrenta o Sport em casa pela estreia no Campeonato Brasileiro. Depois, no dia 22, recebe o Lanús, da Argentina, novamente em São Januário, pela terceira rodada da Sul-Americana — duelo que pode ser decisivo para a sequência na competição continental.
Se desejar, posso expandir com uma análise do estilo de jogo de Carille, o histórico recente do Vasco ou o impacto psicológico da pressão da torcida sobre o elenco. Deseja seguir por alguma dessas linhas?