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Brasil: cinco jogadoras para ficar de olho na Copa

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A palavra “renovação” tem sido muito usada por jogadoras e comissão técnica do Brasil nos últimos anos. Para a Copa do Mundo Feminina da FIFA Austrália e Nova Zelândia™ 2023 , a Seleção Brasileira traz um elenco com estrelas veteranas e jovens famintas por espaço e conquistas.

Liderada mais uma vez por Marta, chamada de Rainha do Futebol pelos brasileiros, a equipe de Pia Sundhage tenta encontrar a mistura perfeita entre juventude e experiência para chegar longe na competição na Austrália e na Nova Zelândia.

A FIFA analisa cinco jogadoras da Seleção Brasileira para você ficar de olho durante a Copa do Mundo Feminina de 2023.

marta

Posição: atacante Data de nascimento: 19 de fevereiro de 1986

Uma lenda viva, certo? É impossível fugir do claro: Marta será o grande nome do Brasil em mais uma edição de Copa do Mundo. Aos 36 anos, a craque não tem seu posto de titular confirmado pela técnica Pia Sundhage, mas isso não tira seu status de jogadora principal do elenco.

Após duas lesões sofridas nos últimos anos, Marta busca recuperar sua melhor forma para a Copa do Mundo, um palco onde está acostumada a brilhar. O atacante do Orlando Pride marcou 17 gols em 20 jogos disputados e é o maior artilheiro da história das Copas — entre homens e mulheres.

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Rafaelle

Posição: zagueira Data de nascimento: 18 de junho de 1991

Poucas jogadoras brasileiras chegam à Copa em melhor forma do que Rafaelle. A zagueira e provavelmente capitã do tempo (na ausência de Marta) vem de uma temporada formidável com o Arsenal, que chegou às semifinais da Liga dos Campeões da Europa.

No clube inglês, a zagueira formou dupla de defesa com Leah Williamson, a aclamada capitã inglesa. Com seu futebol firme e técnico, ela chegou a ser utilizada em outras posições por Pia Sundhage, que não se furta em explorar sua versatilidade.

Rafelle também liderou a Seleção Brasileira na conquista da Copa América Feminina, em 2022.

Debinha

Posição: atacante Data de nascimento: 20 de outubro de 1991

Nenhuma brasileira marcou mais gols sob o comando de Pia Sundhage do que Debinha. São 29 gols para a atacante, que deve comandar o sistema ofensivo do Brasil durante a Copa do Mundo FIFA Feminina de 2023.

Estrela da NWSL, jogadora do Kansas City Current foi escolhida para o XI ideal da liga em 2022, quando ainda atuava pelo North Carolina Courage Ela marcou 12 gols e ficou em terceiro na artilharia, atrás apenas de Alex Morgan e Sophia Smith.

Com velocidade, técnica e faro de gol, Debinha é a típica atacante brasileira.

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Kerolim

Posição: atacante Data de nascimento: 17 de novembro de 1999

Existem muitos jovens talentos na Copa do Mundo FIFA Feminina 2023. Um dos maiores é Kerolin. A meia-atacante brasileira desponta a olhos nus no time de Pia Sundhage.

Em seu segundo ano de NWSL, é um dos grandes destaques da liga. Foi titular em todos os 13 jogos que disputou e marcou 8 gols, que fazem dela a vice-artilheira da competição.

Kerolin tem o ímpeto necessário para uma jovem estreante na Copa do Mundo, com talento o suficiente para não temer qualquer adversária à sua frente, não importando também o tamanho do jogo.

Tamires

Posição: lateral Data de nascimento: 10 de outubro de 1987

Capitã do Corinthians, a maior potência do futebol feminino sul-americano, Tamires não é uma lateral como as outras. Com um estilo essencialmente brasileiro, é uma das grandes criadoras de jogadas do tempo.

Seus dribles e cruzamentos pela esquerda são uma ótima fonte de gols para a Seleção Brasileira. No Timão, atua até mesmo mais avançado, como meio-campista, uma opção que Pia poderá levar em conta ao longo do torneio.

Em sua terceira edição da Copa do Mundo, Tamires é mais uma base de experiência para o time de Pia.

Fonte: Esportes

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Palmeiras vence o Fluminense e joga por empate para ir à final da Libertadores

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O Palmeiras saiu do Maracanã com a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, na noite desta quarta-feira, e chega ao jogo de volta da semifinal da Libertadores em situação bastante confortável. Em uma partida de poucas oportunidades claras, Flaco López e Marlon Freitas converteram as chances que tiveram, enquanto Wesley Natã marcou o gol de honra dos donos da casa já nos acréscimos.

O resultado tem sabor de vantagem estratégica: no jogo de volta, marcado para a próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Nubank Parque, em São Paulo, o Verdão joga simplesmente por um empate para garantir vaga na final.

A campanha continental do clube paulista ajuda a explicar a frieza com que administra esses momentos. Esta é a 13ª semifinal de Libertadores da história do Palmeiras, que persegue o quarto título da competição. Somando os últimos seis anos, foram cinco semifinais disputadas, com três classificações à decisão — convertidas em dois troféus e um vice.

O jogo

O primeiro tempo foi de estudo, com o Fluminense criando um pouco mais. Logo no início, o Palmeiras respondeu com um contra-ataque, mas Flaco López estava em impedimento. Na sequência, Ganso lançou Hulk, que tocou para Canobbio; o uruguaio bateu de primeira, por cima do gol de Carlos Miguel. Aos 18, Hulk arriscou de fora da área e assustou. O Tricolor chegou a ficar mais perto do gol aos 40, quando Ganso encontrou Hulk na área, o camisa 7 girou com espaço e finalizou, obrigando Carlos Miguel a trabalhar.

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O gol do Verdão veio aos 44 minutos, curiosamente na primeira finalização da equipe na partida. Piquerez tabelou com Andreas Pereira pela esquerda e cruzou na medida para Flaco López completar para as redes. Até o intervalo, o Palmeiras ainda teve mais duas chances: um corte preciso de Thiago Silva e um chute rasteiro de Flaco López que passou perto da trave de Fábio.

O segundo tempo começou com o Palmeiras pressionando. Aos dois minutos, Marlon Freitas recuperou a bola e acionou Piquerez, que invadiu a área e viu Fábio espalmar. O Fluminense respondeu aos sete, com chute de Hércules defendido por Carlos Miguel, e logo depois com cabeçada de Canobbio após escanteio, novamente afastada pelo goleiro.

Quando o jogo parecia caminhar para o controle tricolor, o Palmeiras mostrou sua eficiência. Aos 21, Jhon Arias deu um belo passe para Giay, que finalizou com perigo, para fora. Aos 36, Marlon Freitas puxou contra-ataque e abriu com Felipe Anderson, que driblou e bateu cruzado — Fábio salvou. Minutos depois, porém, a sobra ficou: Mauricio passou para Sosa, cujo chute rasteiro parou no goleiro, e Felipe Anderson tocou para trás. Marlon Freitas apareceu para bater de primeira e marcar o segundo, sem chances para Fábio.

O Fluminense ainda descontou nas últimas jogadas da partida. Guga cruzou na área, Carlos Miguel mal calculou a saída e Wesley Natã subiu mais que a defesa para cabecear e diminuir o placar, dando emoção ao resultado final.

Antes da decisão da vaga, os dois times voltam as atenções para o Campeonato Brasileiro. O Fluminense recebe o Santos no domingo (18), às 16h, no Maracanã, pela 31ª rodada. No sábado (17), às 19h30, o Palmeiras visita o Athletico-PR na Arena da Baixada, em Curitiba.

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FICHA TÉCNICA

Resultado Fluminense 1 x 2 Palmeiras
Competição Copa Libertadores – Semifinal (jogo de ida)
Local Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data 14 de outubro de 2026 (quarta-feira)
Horário 21h30 (horário de Brasília)
Cartões amarelos Barboza (Palmeiras)
Cartões vermelhos Nenhum

Fonte: Esportes

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