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Franquia treinada pelo brasileiro Tiago Spliiter é negociada com Tom Dundon, proprietário do Carolina Hurricanes, da NHL, e de companhias do mercado financeiro

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Deni Avdija, destaque dos Blazers, em ação na NBA — Foto: Reuters

A NBA anunciou na noite da última segunda-feira que aprovou a venda do tradicional Portland Trail Blazer. Por um custo altíssimo de US$ 4,25 bilhões (cerca de R$ 22,3 bilhões), a franquia do Oregon tem agora um novo dono. Esse é o valor que o investidor Tom Dundon pagou para comprar a agremiação treinada pelo brasileiro Tiago Splitter. O ex-jogador é o único técnico do país na principal liga de basquete do mundo.

Dentre outros inúmeros negócios, Dundon também é proprietário do Carolina Hurricanes, franquia da NHL, a liga americana de hóquei. A transação foi fechada com o espólio de Paul G. Allen. O antigo dono faleceu em 2018.

Um dos fundadores da Microsoft, Allen deixou em testamento que o time seria vendido, e o dinheiro seria usado para fins filantrópicos.

Atualmente, os Blazers ocupam a nona colocação da Conferência Oeste, com 28 vitórias e 28 derrotas. A franquia estaria classificada para o Play-In e iria enfrentar o Golden State Warriors, 10º lugar no momento.

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O espólio também é dono do Seattle Seahawks (NFL) e de 25% do Seattle Sounders (MLS), mas essas participações não fazem parte da venda.

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Dra. Mara apresenta projeto para garantir liberdade aos atletas

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Foto: Josemar Santos | PMMT

A proposta visa dar espaço aos atletas para valorizar parceiros e patrocinadores

A vereadora Dra. Mara apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal de Cuiabá que propõe retirar a obrigatoriedade do uso da camiseta oficial em corridas de rua realizadas na Capital. A iniciativa atende a uma demanda apresentada pelo corredor Dr. Josué, que utilizou o espaço da Tribuna Livre para defender a medida.

A proposta busca ampliar a liberdade dos participantes durante as competições, especialmente de atletas amadores e profissionais que contam com patrocinadores e precisam utilizar camisetas ou uniformes das marcas que apoiam suas atividades esportivas.

De acordo com Dra. Mara, a obrigatoriedade da camiseta oficial pode limitar a possibilidade de os atletas valorizarem e divulgarem seus patrocinadores durante as provas.

“Entendemos a importância dessa demanda porque ela envolve atletas de diferentes níveis e trata da liberdade de cada participante durante as provas. Muitos corredores contam com o apoio de patrocinadores e precisam utilizar as marcas que fazem parte da sua trajetória esportiva. Por isso, decidimos apresentar o projeto e esperamos que Cuiabá avance nessa discussão, garantindo mais liberdade aos atletas”, afirmou.

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Durante a Tribuna Livre, Dr. Josué destacou que as corridas de rua devem proporcionar um ambiente de prática esportiva, desempenho e liberdade aos participantes. Ele também chamou atenção para as altas temperaturas registradas em Cuiabá, que podem tornar o uso obrigatório de determinadas camisetas desconfortável durante as provas.

A matéria deverá ser lida em plenário e, posteriormente, encaminhada para análise das comissões permanentes da Câmara Municipal. Após a tramitação, o projeto será submetido à apreciação dos vereadores em plenário.

Dra. Mara também pretende mobilizar corredores de Cuiabá para acompanhar a discussão e a tramitação da proposta no Legislativo.

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