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João Fonseca vira sobre Bergs e conquista primeira vitória na grama no ATP de Eastbourne

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Kate Green/Getty Images for LTA

Brasileiro supera estreia difícil e agora enfrenta o top 5 Taylor Fritz nas oitavas de final

O brasileiro João Fonseca estreou com o pé direito no ATP 250 de Eastbourne, na Inglaterra. Nesta segunda-feira (23/6), o número 57 do ranking mundial venceu o belga Zizou Bergs de virada, por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (8), 6/0 e 6/3.

Este é um marco na carreira do jovem tenista de 18 anos, que conquistou sua primeira vitória em piso de grama no circuito ATP, mostrando versatilidade e adaptação a uma das superfícies mais desafiadoras do tênis profissional.

Reação impecável e aplausos do público

Após perder um primeiro set equilibrado no tie-break, Fonseca reagiu de forma contundente. No segundo set, apresentou um nível altíssimo de desempenho, aplicando um sonoro 6/0 sobre Bergs. Na parcial decisiva, manteve a consistência e confirmou a vitória com 6/3.

O jogo ficou marcado por um ponto espetacular no segundo set, quando João salvou uma bola praticamente perdida em uma troca intensa. A jogada viralizou nas redes sociais e levou o público presente ao estádio a aplaudi-lo de pé, reconhecendo a entrega e o talento do brasileiro.

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Desafio de alto nível nas oitavas

Com a classificação, João Fonseca terá pela frente um desafio ainda maior: enfrenta o norte-americano Taylor Fritz, atual 5º do ranking mundial, nas oitavas de final. A partida está marcada para quarta-feira (25/6).

Fritz é um dos principais especialistas em piso rápido, com excelente histórico em torneios de grama, o que promete um confronto de altíssimo nível. Para Fonseca, além de uma oportunidade de continuar avançando no torneio, o jogo representa um teste fundamental de sua evolução e competitividade frente à elite do tênis mundial.

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Melina conquista tricampeonato do Brasil Sevens 2026

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Time mato-grossense acumula cinco títulos nacionais

O Melina, time mato-grossense de Rugby, se sagrou tricampeão do Brasil Sevens 2026 na categoria feminina, uma das principais competições nacionais da modalidade. Com três vitórias em três jogos, a agremiação mostrou a sua imponência para manter e confirmar seu favoritismo diante das adversárias, conquistando seu quinto título de Sevens a nível nacional.

A primeira fase, quando encarou o grupo B da competição, foi de pura soberania, com placares impressionantes. Primeiro, um atropelo de 61 a 0 sobre o Taubaté. Depois, a vítima foi o Rio, com a anotação de 57 a 0. Para fechar a classificatória e garantir a liderança do grupo, 32 a 0 sobre o Leoas de Paraisópolis.

Nas quartas de final, a Poli, da capital paulista, derrubou as campeãs do último Super Sevens, o Delta, do Piauí, por expressivos 36 a 0, ao passo que as cariocas do El-Shaddai passaram com tudo pelas campeãs do Brasil Sevens 2025, as Leoas de Paraisópolis, por 40 a 0. O Melina comprovou seu favoritismo contra o São José, 28 a 5, ao passo que o Pasteur atingiu sua melhor classificação na história ao derrotar o tradicional Niterói por 22 a 5.

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Nas semifinais,  o El-Shaddai confirmou seu favoritismo contra o Pasteur, 31 a 12, mas o duelo entre Melina e Poli foi de arrepiar, com as cuiabanas conquistando a vitória por 19 a 12. Na disputa de bronze, no entanto, a Poli se reergueu e derrotou o Pasteur em dérbi paulistano por 19 a 7, conquistando de quebra o Bolsa-Atleta, destinado aos três melhores clubes do torneio.

A grande final foi pura emoção, com o Melina superando o El-Shaddai por 12 a 5 para ficar com o título. Gabi Lima correu para o primeiro try do jogo a favor das cariocas, aproveitando cartão amarelo contra o Melina. Contudo, a situação se inverteu no começo do segundo tempo, com cartão amarelo contra o El-Shaddai e try de Carol Pereira para o Melina, virando o placar para 12 a 5 graças à conversão certeira de Paula Sarmento. O jogo se tornou dramático e no último minuto Claudinha Beltran correu para o try do título do Melina. O El-Shaddai ainda teve a última posse de bola, mas o Melina se defendeu e celebrou a conquista, sua quinta de competições nacionais de rugby sevens na história, e a terceira do Brasil Sevens. Com o título, o Melina se tornou o maior campeão da história do Brasil Sevens.

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“Estou muito orgulhosa pelo time. Fazemos um trabalho muito forte e a felicidade é enorme”, falou Keizhi Rojas, do Melina, venezuelana eleita melhor jogador do rugby brasileiro em 2025. “Brasil e Melina me proporcionaram muita coisa desde que cheguei. São muitos jogos, muitas oportunidades, é uma alegria muito grande ser campeã mais uma vez”, completou.

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