Desde 2013 recluso após acidente de esqui, Schumacher recebe visitas de apenas três nomes ligados à Fórmula 1.
Michael Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, permanece longe dos holofotes desde o grave acidente de esqui que sofreu em dezembro de 2013, nos Alpes franceses. A família optou por manter sigilo absoluto sobre seu estado de saúde, limitando drasticamente o acesso de pessoas ao ex-piloto. Apesar do rigor, três nomes com fortes laços com o automobilismo continuam autorizados a visitá-lo.
Quem pode visitar Schumacher
Segundo o jornal britânico The Telegraph, os únicos três ligados diretamente à Fórmula 1 que ainda têm acesso a Schumacher são Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger:
Jean Todt, ex-diretor da Ferrari e grande amigo pessoal do alemão, esteve ao lado de Schumacher durante os anos de ouro da escuderiaitaliana, entre 1994 e 2007, quando conquistaram cinco títulos juntos. Ele costuma visitá-lo regularmente, com encontros relatados pelo jornal acontecendo ao menos duas vezes por mês.
Ross Brawn, renomado engenheiro e estrategista, acompanhou Schumacher desde os tempos de Benetton até a Mercedes. Brawn foi peça-chave nos sete títulos mundiais do piloto e mantém uma relação de confiança e respeito com a família.
Gerhard Berger, ex-piloto austríaco e rival nas pistas, tornou-se amigo de Schumacher após a aposentadoria. Embora com uma relação menos próxima que Todt e Brawn, Berger integra o seleto grupo de visitantes autorizados.
Discrição total e lealdade
A escolha restrita demonstra o zelo da família Schumacher com a privacidade do ex-piloto, evitando exposição midiática e preservando sua dignidade. A ausência de informações oficiais frequentes gera especulações, mas quem o visita mantém absoluto sigilo sobre sua condição. O caso é um dos mais resguardados da história recente do esporte, e os poucos autorizados simbolizam laços de confiança construídos ao longo de décadas de convivência no automobilismo.