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Thunder atropela Nuggets e vai à final do Oeste após quase uma década

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AAron Ontiveroz/The Denver Post

Com show de Shai Gilgeous-Alexander e domínio total na segunda metade, Oklahoma City elimina os atuais campeões e reencontra a final da Conferência Oeste após nove anos.

O Oklahoma City Thunder está de volta à final da Conferência Oeste pela primeira vez desde 2016. Em uma atuação dominante diante de sua torcida, o Thunder venceu o jogo 7 contra o Denver Nuggets por 125 a 93 neste domingo (18/5). A vitória consagra a campanha jovem e agressiva do time, que agora encara o Minnesota Timberwolves na série que define o representante do Oeste nas Finais da NBA. O jogo 1 está marcado para terça-feira (20). Com a eliminação do atual campeão, a liga verá um novo campeão pelo sétimo ano consecutivo – algo inédito na história da NBA.

Shai lidera e Jalen decide a virada

Shai Gilgeous-Alexander foi o maestro da noite: marcou 35 pontos, distribuiu 4 assistências e ainda conseguiu 3 roubos de bola. No entanto, o momento-chave veio com Jalen Williams. O ala anotou 17 pontos apenas no segundo quarto, sendo fundamental para a virada e abertura de vantagem. Ele terminou a partida com 24 pontos, 5 rebotes e 7 assistências. Coletivamente, o Thunder esmagou os Nuggets nos contra-ataques (27 pontos) e dominou o garrafão, somando 64 pontos na área pintada.

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Nuggets falham coletivamente e Jokic se despede

Do lado dos Nuggets, Nikola Jokic fez o que pôde: 20 pontos, 9 rebotes e 7 assistências, embora tenha tentado apenas nove arremessos. Christian Braun foi eficiente com 19 pontos, e Aaron Gordon, mesmo jogando no sacrifício, somou 8 pontos e 11 rebotes. Porém, o time de Denver cometeu 23 turnovers e sofreu com atuações apagadas do restante do elenco. Jamal Murray, por exemplo, teve uma performance discreta, anotando apenas 13 pontos. A derrota escancara a queda de rendimento do time que buscava o bicampeonato e marca uma mudança de era no Oeste.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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