TRAGÉDIA NO MOTOCROSS

Joel Evans morre durante corrida na Austrália

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Reprodução/ Instagram

Piloto australiano de 30 anos, que aguardava o nascimento do primeiro filho, não resistiu após acidente na etapa de Adelaide do Campeonato ProMX.

O motocross viveu um dia de luto no último fim de semana. Joel Evans, piloto australiano de 30 anos, morreu após sofrer um grave acidente durante a etapa de Adelaide do Campeonato ProMX, na categoria MX1. Segundo o portal The Sun, Evans chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O acidente ocorreu em meio a uma fase especial de sua vida pessoal: Joel esperava o nascimento de seu primeiro filho com a noiva Michaela Hurt, com quem mantinha um relacionamento de 11 anos.

História de superação marcada por paixão e tragédias

Natural de Queensland, Joel era conhecido por sua dedicação ao esporte. Em 2015, já havia enfrentado uma situação semelhante: sofreu um acidente tão grave que precisou ser colocado em coma induzido, mas conseguiu retornar às pistas, demonstrando coragem e determinação. Sua paixão pelo motocross foi reafirmada por sua noiva, que em uma emocionada homenagem no Instagram descreveu Joel como “a alma mais autêntica, amada e bondosa”, ressaltando o quanto ele se dedicava à modalidade que tanto amava.

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Investigação e medidas de segurança no circuito

Após a fatalidade, a organização do ProMX cancelou a etapa de Gillman como sinal de respeito e luto. As autoridades locais iniciaram uma investigação para apurar as circunstâncias do acidente, analisando imagens do circuito no momento da colisão. O episódio reacendeu o debate sobre as condições de segurança nas competições de motocross, esporte que combina técnica extrema e alto risco.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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