ROMPENDO RECORDES

Carlos Alcaraz faz história e se torna o primeiro da Geração Z a ultrapassar R$ 234 milhões em premiações

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Reprodução/Twitter Australian Open

Com apenas 21 anos, Alcaraz conquista o Masters 1000 de Montecarlo e entra para o seleto grupo dos maiores ganhadores da história do tênis.

Carlos Alcaraz voltou a chamar a atenção do mundo do tênis ao vencer o Masters 1000 de Montecarlo no último domingo (13/4). Com o título, o espanhol não apenas reforçou seu talento em quadra, mas também atingiu um feito inédito: tornou-se o primeiro tenista da geração Z a ultrapassar R$ 234 milhões (cerca de US$ 40 milhões) em premiações oficiais de torneios.

A conquista consolida a impressionante trajetória do atleta de apenas 21 anos, que rapidamente se transformou em uma das figuras mais relevantes do circuito profissional.

Entre os maiores da história

Com os ganhos acumulados até agora, Alcaraz já ocupa a 11ª posição no ranking histórico de maiores prêmios em dinheiro recebidos no tênis, considerando homens e mulheres. O número reforça não só sua consistência nas grandes competições, mas também sua rápida ascensão entre os ícones do esporte.

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Aos poucos, o espanhol vai entrando para a elite que inclui nomes como Novak Djokovic, Roger Federer e Serena Williams — todos multicampeões e referências mundiais tanto em desempenho quanto em faturamento.

Popularidade e carisma além das quadras

Além do talento evidente, Carlos Alcaraz se destaca pelo carisma e pela relação próxima com os fãs, o que impulsiona ainda mais sua visibilidade global. Nas redes sociais, vídeos curiosos — como o momento em que torcedores fantasiados de abelhas interagiram com ele — viralizam e aumentam sua popularidade.

O jovem atleta também protagoniza momentos inusitados, como a revelação de que já teve passagem pelo futebol brasileiro: “Adoraria voltar ao Flamengo”, disse em entrevista recente, demonstrando sua conexão com o país.

Com o título em Montecarlo e a impressionante marca financeira, Alcaraz não apenas entra para a história — ele redefine o que significa ser um fenômeno esportivo na era digital.

 

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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