DESPEDIDA DE UMA LENDA

Manga, o goleiro imortal do futebol brasileiro, morre aos 87 anos

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Referência eterna do Botafogo, Internacional e Nacional-URU, o ex-goleiro faleceu nesta terça-feira (8), vítima de câncer de próstata.

Haílton Corrêa de Arruda, o eterno Manga, morreu na manhã desta terça-feira (8/4), aos 87 anos, em decorrência de um câncer de próstata. Considerado um dos maiores goleiros da história do futebol sul-americano, ele marcou gerações com atuações históricas e conquistas expressivas.

Sua trajetória começou no Sport, mas foi no Botafogo que se tornou ídolo nacional. Entre 1959 e 1968, defendeu o clube carioca com brilho, conquistando quatro títulos do Campeonato Carioca e três do Torneio Rio-São Paulo. Em uma das eras mais vitoriosas do Glorioso, Manga dividiu campo com ícones como Garrincha, Didi e Nilton Santos, sendo peça fundamental naquela máquina alvinegra.

Ídolo internacional

Manga também brilhou no Internacional de Porto Alegre, onde jogou entre 1974 e 1976. Lá, foi bicampeão brasileiro e consolidou-se como líder dentro e fora de campo. Sua segurança no gol foi determinante para o domínio colorado no cenário nacional.

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Mas seu prestígio ultrapassou fronteiras: no Uruguai, tornou-se ídolo do Nacional, conquistando quatro campeonatos nacionais e uma cobiçada Taça Libertadores. Ainda vestiu as camisas de Coritiba, Grêmio, Operário-MS e Barcelona de Guayaquil, encerrando a carreira com prestígio e respeito em todo o continente.

Homenagens e despedida

A notícia da morte de Manga gerou comoção entre torcedores e ex-companheiros. O Botafogo prestou homenagens nas redes sociais, destacando a grandeza do ídolo, e disponibilizou o salão nobre de General Severiano para o velório do ex-goleiro.

Mais do que um arqueiro, Manga foi símbolo de coragem, longevidade e técnica. Um verdadeiro monumento debaixo das traves, cuja memória será preservada nas páginas douradas do futebol brasileiro e sul-americano.

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Vitória vence e afunda o Vasco na zona de rebaixamento

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O Vasco da Gama amargou mais uma derrota no Campeonato Brasileiro nesta quinta-feira. Pela 19ª rodada, o time carioca foi superado pelo Vitória por 1 a 0 no Barradão, em Salvador, em partida que marcou a retomada do torneio após a parada para a Copa do Mundo. O algoz da noite foi um velho conhecido da torcida vascaína: Renato Kayzer, que entrou no segundo tempo e marcou o gol da vitória baiana.

O resultado mantém o Vasco em situação delicada na competição. Com 20 pontos, a equipe segue na 17ª posição, dentro da zona de rebaixamento para a Série B. O Vitória, por outro lado, chega aos 25 pontos e assume o nono lugar, ganhando fôlego na tabela.

O jogo

A primeira etapa no Barradão foi marcada pelo equilíbrio e por poucas oportunidades claras de gol. As duas equipes tiveram dificuldades para furar as linhas defensivas, e o placar permaneceu inalterado durante os 45 minutos iniciais.

A história mudou na segunda etapa. Aos 24 minutos, Diego Tarzia aproveitou uma saída de bola errada do Vasco dentro da área, roubou a posse e serviu Renato Kayzer. O atacante, que iniciou a partida no banco de reservas, não perdoou: tirou do goleiro Léo Jardim e estufou as redes, calando a torcida cruzmaltina que marcou presença em Salvador.

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O gol teve um gosto especial para Kayzer, ex-jogador do Vasco, que não comemorou o lance por respeito ao antigo clube. Para o Cruzmaltino, porém, o sabor foi amargo. O time não conseguiu reagir nos minutos finais e saiu do Barradão com mais um resultado negativo na competição.

FICHA TÉCNICA
Partida

Vitória 1 × 0 Vasco

Competição Brasileirão Série A — Rodada 19
Local Barradão, Salvador (BA)
Data 16 de julho de 2026 (quinta-feira)
Horário 19h30 (de Brasília)
Cartões amarelos Nenhum
Cartões vermelhos Nenhum
Gols Renato Kayzer (24′ 2ºT) — Vitória
Árbitro Matheus Delgado Candançan (SP)
Assistentes Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP) e Rafael Tadeu Alves de Souza (SP)
VAR Heber Roberto Lopes (SC)
Vitória  Lucas Arcanjo; Jamerson (Brítez), Cacá, Luan Cândido, Ramon; Baralhas, Emmanuel Martínez, Zé Vitor (Pochettino); Erick (Marinho), Renê (Renato Kayzer) e Tarzia (Fabri). Técnico: Jair Ventura
Vasco  Léo Jardim; Puma Rodríguez, Carlos Cuesta, Robert Renan, Cuiabano; Cauan Barros, Thiago Mendes (Tchê Tchê), Adson (Marino Hinestroza), Johan Rojas (Andrés Gómez), Nuno Moreira (David); Spinelli (Brenner). Técnico: Pedro Emanuel

Fonte: Esportes

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