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Mundial de Clubes 2025 terá prêmio recorde de R$ 700 milhões para o campeão

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REUTERS/Brian Snyder/Proibida reprodução

Com 32 clubes participantes, torneio nos EUA distribuirá R$ 5,7 bilhões em premiação; elite europeia lidera a divisão dos recursos

 

A Fifa anunciou que o campeão do Mundial de Clubes de 2025, que será disputado entre 14 de junho e 13 de julho nos Estados Unidos, poderá faturar até US$ 125 milhões, o equivalente a cerca de R$ 716,3 milhões. No total, o torneio distribuirá US$ 1 bilhão (R$ 5,7 bilhões) em prêmios.

Divisão milionária entre os clubes

Metade desse valor será compartilhada entre os 32 clubes participantes, com base em critérios esportivos e comerciais. Isso favorece equipes de maior relevância, como Manchester City e Real Madrid, que receberão parcelas maiores em comparação com clubes de menor expressão. A estrutura foi desenvolvida pela Fifa em parceria com a Associação Europeia de Clubes.

Prêmios por desempenho em campo

Os outros US$ 475 milhões (R$ 2,7 bilhões) serão distribuídos conforme o desempenho esportivo, considerando até sete jogos por clube. A equipe com melhor campanha poderá embolsar o valor máximo previsto: US$ 125 milhões.

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Debate sobre calendário e desgaste físico

Apesar da expectativa pelo torneio inédito nesse formato, atletas e técnicos demonstram preocupação com o calendário apertado. Harry Kane, capitão da seleção inglesa, criticou a ausência de férias entre temporadas: “É mais um verão sem descanso, mas estamos nos acostumando”, afirmou. Ainda assim, o atacante do Bayern de Munique demonstrou confiança: “Somos uma das melhores equipes do mundo. Nosso objetivo é vencer”.

A Fifa reforçou que não usará suas reservas financeiras no evento. Segundo o presidente Gianni Infantino, toda a receita será revertida para os clubes, preservando os recursos destinados ao desenvolvimento global do futebol.

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Inglaterra busca virada sobre a Noruega na prorrogação e garante vaga na semifinal da Copa do Mundo

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A seleção inglesa está na semifinal da Copa do Mundo. Em partida realizada neste sábado no Hard Rock Stadium, em Miami, a equipe de Thomas Tuchel superou a Noruega por 2 a 1, de virada, após um duelo que exigiu o tempo extra para ser decidido. Andreas Schjelderup abriu o placar para os escandinavos, mas Jude Bellingham emergiu como o grande nome da partida ao marcar duas vezes, uma no fim do primeiro tempo e outra na prorrogação, garantindo a classificação inglesa.

Com o resultado, a Inglaterra aguarda o vencedor do confronto entre Argentina e Suíça, que se enfrentam ainda neste sábado às 22h (de Brasília) no Arrowhead Stadium, em Kansas. A semifinal está marcada para quarta-feira (15), às 16h (de Brasília), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Do outro lado da chave, França e Espanha decidem a outra vaga na terça-feira (14), no AT&T Stadium, em Dallas.

O jogo

O primeiro tempo começou com a Inglaterra ditando o ritmo. Aos dois minutos, Madueke avançou pela direita e cruzou, mas a defesa norueguesa afastou o perigo. A pressão seguiu e, aos 19, Anthony Gordon levantou na área para Bellingham, que desviou de cabeça para fora. Aos 23, Nico O’Reilly recebeu cruzamento dentro da área, mas finalizou mal e desperdiçou boa oportunidade.

A reta final da etapa inicial trouxe emoção. Aos 33, John Stones errou na saída de bola e quase entregou a posse para Haaland, mas Jordan Pickford saiu do gol no momento certo para evitar a finalização. Um minuto depois, o goleiro inglês voltou a aparecer bem em outra investida norueguesa.

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Aos 35 minutos, Schjelderup recebeu pela ponta esquerda, invadiu a área e bateu colocado no ângulo, sem chances para Pickford, abrindo o placar para a Noruega. Embriagada pelo gol, a equipe escandinava quase ampliou aos 38, quando Sorloth finalizou de pé esquerdo dentro da área e a bola passou rente à trave. Dois minutos depois, Odegaard arriscou de fora e obrigou Pickford a fazer boa defesa em dois tempos.

Quando a Noruega se encaminhava para o intervalo em vantagem, a Inglaterra buscou o empate nos acréscimos. Aos 46, Gordon recebeu pela esquerda, avançou até a linha de fundo e cruzou rasteiro para Bellingham, que dominou, invadiu a área e finalizou com precisão para deixar tudo igual.

No segundo tempo, a Noruega voltou mais agressiva. Aos sete minutos, Haaland apareceu livre na área após cruzamento e cabeceou firme, mas Pickford fez grande defesa. Aos dez, após escanteio, a bola sobrou para Heggem empurrar para o gol, mas o árbitro anulou o lance após revisão do VAR, identificando falta de Haaland na jogada.

Mesmo com o gol invalidado, os noruegueses mantiveram a intensidade. Aos 30, David Wolfe recebeu pela esquerda, finalizou cruzado e acertou a trave de Pickford. Sem mais alterações no placar, a decisão foi para a prorrogação.

No tempo extra, a Inglaterra virou o jogo aos dois minutos. Após cruzamento de Bukayo Saka e defesa de Orjan Nyland na finalização de Harry Kane, Bellingham aproveitou o rebote para marcar seu segundo gol na partida, o sexto dele nesta edição de Copa do Mundo. Aos oito, o árbitro Clement Turpin chegou a marcar pênalti para os ingleses após dividida entre Djed Spence e Oscar Bobb, mas voltou atrás depois de revisão no VAR.

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A Noruega pressionou na segunda parte da prorrogação, mas esbarrou na defesa inglesa. Aos 18, Berg arriscou de fora e mandou por cima. A Inglaterra respondeu no minuto seguinte, com Spence finalizando para defesa de Nyland e, no rebote, Saka parando novamente no goleiro norueguês. O placar não se alterou, e a Inglaterra garantiu a classificação para enfrentar Argentina ou Suíça na semifinal.

FICHA TÉCNICA

Competição

NORUEGA 1 X 2 INGLATERRA

Copa do Mundo 2026 (quartas de final)

Local Hard Rock Stadium, Miami (EUA)
Data 11 de julho de 2026 (sábado)
Horário 18h (de Brasília)
Cartões amarelos Ajer (NOR)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Clement Turpin (FRA)
Assistentes Nicolas Danos e Benjamin Pages (FRA)
VAR Jerome Brisard (FRA)
Gols Schjelderup aos 36′ do 1º tempo (NOR); Bellingham aos 45+2′ do 1º tempo (ING); Bellingham aos 3′ do 1º tempo da prorrogação (ING)
Noruega  Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem (Ostigard) e Moller Wolfe (Petersen); Berge, Odegaard e Berg; Sorloth (Oscar Bobb), Haaland (Strand Larsen) e Schjelderup (Nusa). Técnico: Stale Solbakken
Inglaterra  Pickford; Konsa (Rogers), Stones, Guehi e O’Reilly (Spence); Anderson, Rice (Eze); Madueke (Saka), Bellingham (Burn) e Gordon (Reece James); Kane. Técnico: Thomas Tuchel

Fonte: Esportes

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