CHEGOU AO FIM

Wellington Reis confirma aposentadoria definitiva do futebol profissional

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Zagueiro com passagem por Cruzeiro, Botafogo e Seleção Brasileira Sub-19 seguirá atuando apenas no futebol amador

A carreira de atleta de futebol profissional chegou ao fim para Wellington Reis, zagueiro nascido em Cuiabá-MT e que viveu momentos marcantes por vários clubes brasileiros. O defensor confirmou sua aposentadoria definitiva e agora irá se dedicar exclusivamente ao futebol amador, como já ocorreu em praticamente todo o ano de 2024.

TRAJETÓRIA

Prestes a completar 36 anos, Wellington teve quase que a vida toda dedicada ao futebol. Aos 9, treinou pela primeira vez em uma escolinha da modalidade, sob a orientação de Sohail Nogueira, como meio-campista. Famoso pelo olhar clínico, professor Sohail percebeu uma técnica diferenciada, mas devido a altura, o recuou para jogar na posição de zagueiro.

Pouco tempo depois, já se destacando entre os colegas do Bom de Bola, Bom de Escola, do bairro Planalto, Reis foi indicado e aprovado na Escolinha do Gaúcho, em que ganhou a oportunidade de desenvolver suas habilidades de forma gratuita. Em 2002, com 13 anos, o zagueiro já havia conquistados títulos em competições locais, além da Copa Esperança, um evento nacional realizado pela TV Globo.

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A disciplina na rotina esportiva e a técnica apurada em seus fundamentos, levaram o jogador a ser selecionado para uma avaliação na categoria sub-13 do Cruzeiro, em Belo Horizonte. Aprovado, Wellington passou por todas as categorias de base da Toca da Raposa, até o juniores. Campeão Mineiro, Brasileiro e da Taça SP de Futebol Junior, o camisa 4 também conheceu vários países com o time mineiro.

Aconteceram diversos momentos marcantes com a camisa azul celeste, como a convocação para a Seleção Brasileira Sub-19, em que foi capitão nas três convocações que carrega em seu currículo, e o gol marcado em sua estreia no futebol profissional, diante do Altético-MG, maior rival cruzeirense. O duelo aconteceu em 2007, pela final do Campeonato Mineiro.

Wellington Reis também teve a experiência de disputar as Séries A e B do Campeonato Brasileiro, por Botafogo e Ponte Preta. Foi campeão da Série D com o Tombense-MG. Vestiu também a camisa de outros clubes mineiros e paulistas, além de defender Mixto, União e Operário em seu estado natal, Mato Grosso. Ao todo, foram 17 anos de carreira no mundo futebolístico.

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MUDANÇA DE ROTA

Em janeiro de 2024, quando estava prestes a disputar o Campeonato Brasiliense, Wellington Reis recebeu uma proposta do Ararauna/Unidos da VG, para disputar algumas competições do futebol amador mato-grossense. O acordo conta com salário competitivo em relação ao futebol profissional local.

A opção pelo sim serviu para viver uma experiência inédita de disputar uma temporada completa no segmento e acabou resultando também em uma tomada de decisão importante. O ano vitorioso e uma nova proposta para renovar o acordo com a equipe mato-grossense levaram o atleta a decretar o fim da sua carreira profissional, para que possa continuar desfrutando de mais tempo com a família e recuperar o tempo sacrificado no passado, em que abdicou de muitos prazeres, para já viver uma rotina de trabalho desde os 13 anos.

Agora, o foco é não colocar prazo em sua história no futebol amador. Com treinos programados diariamente e mantendo a mesma disciplina alimentar dos últimos anos, a expectativa é de continuar no futebol amador por mais alguns anos.

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Suíça elimina a Colômbia nos pênaltis e fecha as vagas nas quartas de final da Copa do Mundo

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A seleção suíça conquistou nesta terça-feira a última vaga nas quartas de final da Copa do Mundo ao eliminar a Colômbia nas penalidades máximas, por 4 a 3, após um empate sem gols no tempo regulamentar e na prorrogação, no Estádio BC Place, em Vancouver, no Canadá. Com o resultado, os suíços avançam para enfrentar a Argentina, que havia eliminado o Egito com uma virada por 3 a 2 em Atlanta, no mesmo dia.

O jogo

O primeiro tempo foi marcado pela cautela de ambas as equipes. A Colômbia criou a primeira chance perigosa aos 20 minutos, quando Puerta arriscou da entrada da área e obrigou o goleiro Kobel a fazer boa defesa. A Suíça demorou a responder, mas apareceu com perigo perto da meia hora de jogo. Rieder bateu cruzado e parou em Vargas, e logo em seguida Ndoye também testou o goleiro colombiano, que estava atento.

Na volta do intervalo, a Suíça voltou com postura mais ofensiva. Aos dois minutos, Ndoye fez boa jogada pela esquerda, avançou e cruzou para Sow, que desperdiçou a finalização. Cinco minutos depois, Rieder cobrou falta com perigo, mandando a bola perto da trave. A Colômbia reagiu aos 15, quando Luís Díaz arriscou em duas oportunidades seguidas, mas a marcação e o goleiro Kobel impediram o gol. Os colombianos tentaram chegar ao ataque nas sequências seguintes, mas esbarraram repetidamente na linha de impedimento, com Campaz e Quintero. Nos acréscimos, Ndoye ainda assustou com um chute cruzado que atravessou a área sem encontrar ninguém.

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Na prorrogação, a Colômbia começou pressionando. Logo no início, Quintero cobrou falta na área, a bola ficou viva e Sánchez tentou de voleio, mas mandou para fora. Campaz ainda invadiu a área e pediu pênalti em lance com Elvedi, sem obter resposta do árbitro. Aos oito minutos, James cobrou escanteio, levantou na área, e Lucumí acertou o travessão. Campaz pouco depois obrigou Kobel a espalmar para escanteio. A Suíça respondeu aos 13, com Amdouni finalizando com perigo dentro da área, mas Vargas mais uma vez apareceu para evitar o gol.

Na segunda etapa da prorrogação, o ritmo caiu. Quintero e Xhaka arriscaram de fora da área, ambos sem sucesso. Aos dez minutos, Campaz desperdiçou a chance mais clara do jogo: Xhaka falhou na marcação, Muñoz recuperou e serviu o atacante, que finalizou mal e mandou para fora. O 0 a 0 persistiu e a classificação foi decidida nos pênaltis.

Nas cobranças, a Suíça foi mais precisa. Quintero e Xhaka converteram nas primeiras rodadas, mas Sánchez errou para a Colômbia. Amdouni manteve a vantagem suíça, e Campaz empatou a contagem. Akanji perdeu para a Suíça, mas Cucho Hernández também falhou para os colombianos. Itten e Luís Díaz marcaram seus pênaltis, e Vargas, o goleiro colombiano, surpreendeu ao converter a última cobrança suíça, sacramentando a classificação por 4 a 3 e eliminando a Colômbia do torneio.

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FICHA TÉCNICA
Placar

Suíça 0 (4) x (3) 0 Colômbia

Competição Copa do Mundo (Oitavas de final)
Local Estádio BC Place, em Vancouver (CAN)
Data 7 de junho de 2026 (terça-feira)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Xhaka, Zakaria, Muheim (Suíça); Luís Suárez, Sánchez (Colômbia)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ivan Arcides Barton (ELS)
Assistentes David Mora (ELS) e Antonio Pupiro (NIC)
VAR Guillermo Pacheco (MEX)
Gols Nenhum (decisão nos pênaltis: Suíça 4 x 3 Colômbia)
 Suíça Kobel; Zakaria (Widmer), Elvedi, Akanji e Ricardo Rodríguez (Muheim); Freuler, Jashari (Sow), Xhaka e Rieder (Amdouni); Dan Ndoye (Vargas) e Embolo (Itten). Técnico: Murat Yakin
Colômbia Camilo Vargas; Daniel Muñoz, Davinson Sánchez, Lucumí (Yerry Mina) e Mojica; Lerma (Richard Ríos), Puerta, Jhon Arias (Campaz) e James Rodríguez (Quintero); Luís Diaz e Luis Suárez (Cucho Hernández). Técnico: Néstor Lorenzo

Fonte: Esportes

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