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Sonho continental adiado: Cruzeiro perde final da Sul-Americana para o Racing

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O sonho do Cruzeiro de conquistar a Copa Sul-Americana foi interrompido neste sábado (28) no estádio General Pablo Rojas, em Assunção. A equipe mineira foi derrotada pelo Racing por 3 a 1, ampliando o jejum de títulos continentais que perdura desde a Recopa Sul-Americana de 1998.

A partida começou tumultuada. Logo aos dois minutos, o Racing teve um gol anulado pelo VAR por impedimento. O lance, no entanto, prenunciava o domínio argentino. Aos 16 minutos, Martirena, em um chute que encobriu o goleiro Cássio, abriu o placar com um golaço. A situação se complicou ainda mais para o Cruzeiro três minutos depois, quando Martínez aproveitou falha da defesa e ampliou a vantagem.

Nervoso e apático em campo, o Cruzeiro pouco produziu na primeira etapa. A melhor chance veio aos 45 minutos, com Villalba, em um voleio defendido por Arias após desvio de Kaio Jorge. O técnico Fernando Diniz tentou mudar o panorama da partida ainda no primeiro tempo, substituindo Walace por Lucas Silva aos 30 minutos.

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O Cruzeiro voltou do intervalo com outra postura. Aos sete minutos, Kaio Jorge, no rebote de uma defesa de Arias, diminuiu o placar e reacendeu a esperança da torcida cruzeirense. A equipe mineira pressionou em busca do empate, com Matheus Pereira quase marcando no minuto seguinte.

Diniz promoveu mais três alterações na segunda etapa, colocando Lautaro Díaz, Barreal e Kaique Kenji em campo. Apesar do domínio da posse de bola e de criar algumas oportunidades, como um chute de longa distância de Barreal, o Cruzeiro não conseguiu furar a defesa argentina. Nos acréscimos, em contra-ataque fulminante, Roger Martínez sacramentou a vitória do Racing, dando números finais à partida.

Com a derrota, o Cruzeiro adia o sonho de um título internacional e volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. A equipe mineira enfrenta o Grêmio na próxima quarta-feira (1º de novembro), pela 35ª rodada da Série A, buscando se recuperar do revés e focar na reta final da competição nacional.

FICHA TÉCNICA

RACING-ARG 3 X 1 CRUZEIRO-BRA

Local: General Pablo Rojas, em Assunção, no Paraguai
Data: 23/11/2024
Hora: 17 horas
Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
Assistentes: Nicolás Tarán e Carlos Barreiro (URU)
Cartões amarelos: Nardoni, García e Di Cesare (Racing) / Lucas Romero, Lucas Silva e Matheus Pereira (Cruzeiro)
GOLS: Martirena, aos 16′ do 1º tempo, Martínez, aos 19′ do 1º tempo, e Roger Martínez, aos 49′ do 2º tempo (RACING) –
Kaio Jorge, aos 7’do 2º tempo (CRUZEIRO).

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RACING: Arias; Di Césare, Sosa, García Basso e Martirena; Nardoni, Almendra (Zuculini), Rojas e Quintero (Ferreyra); Salas e Martínez (Roger Martínez). Técnico: Gustavo costas

CRUZEIRO: Cássio; William, Villalba, João Marcelo e Marlon (Kaique Kenji); Walace (Lucas Silva), Romero (Barreal), Matheus Henrique e Matheus Pereira; Gabriel Verón (Lautaro Díaz) e Kaio Jorge. Técnico: Fernando Diniz

Fonte: Esportes

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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso 

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A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.

O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.

O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.

Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.

O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.

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Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.

O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.

Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.

Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.

Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.

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Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.

FICHA TÉCNICA
Austrália 2 x 4 Brasil
Competição Amistoso
Local Suncorp Stadium, Brisbane (AUS)
Data 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Horário 7h (de Brasília)
Cartões Amarelos (Austrália) Irankunda, Souttar
Cartões Amarelos (Brasil) Gabriel Magalhães, Endrick
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro Yusuke Araki (JAP)
Arbitragem Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
Arbitragem Quarto árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Gols 1º gol Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil)
Gols 2º gol Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália)
Gols 3º gol Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália)
Gols 4º gol Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil)
Gols 5º gol Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil)
Gols 6º gol Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil)
Escalação Austrália Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović
Escalação Brasil Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes

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