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Mercedes convida fiscais de acidente com Zhou para visitar fábrica

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Guanyu Zhou é resgatado de maca após acidente na largada do GP da Inglaterra da F1 em 2022 — Foto: Vince Mignott/MB Media/Getty Images
Guanyu Zhou é resgatado de maca após acidente na largada do GP da Inglaterra da F1 em 2022 — Foto: Vince Mignott/MB Media/Getty Images

Encontro com voluntários que atuaram no resgate do piloto da Alfa Romeo após grave acidente no GP da Inglaterra de 2022 foi promovido por Russell, que bateu e desistiu de voltar à corrida para ajudar colega

Um ano depois do grave acidente com capotamento envolvendo Guanyu Zhou no GP da Inglaterra, os fiscais do Circuito de Silverstone que ajudaram o piloto da Alfa Romeo foram convidados nesta terça-feira a um tour na fábrica da Mercedes em Brackley, no Reino Unido. O encontro foi organizado por George Russell, que bateu e desistiu de tentar voltar à corrida para dar assistência ao colega.

– Hoje foi um convidado da Mercedes. Todos os fiscais envolvidos no incidente com Zhou ano passado em Silverstone foram convidados por George Russell para um tour no centro de operações da Mercedes. Foi uma única e grande experiência pra vida toda. No fim, George se juntou a nós para conversar e tirar algumas fotos apesar de sua agenda cheia entre duas corridas consecutivas – escreveu Joost van Gerwen em seu perfil nas redes sociais.

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O incidente na prova vencida por Carlos Sainz começou com um toque de Pierre Gasly, 11º colocado, em Russell, que vinha em oitavo. O francês, na época da AlphaTauri, estava tentando se colocar no vão entre o rival da Mercedes e Zhou, que ocupava o nono lugar. Porém, o britânico acabou encostando no então novato da Alfa Romeo e rodou.

Com a força do contato, o carro de Zhou capotou, se arrastou de cabeça para baixo desde a saída da curva 1 até o fim da área de brita e passou por cima da barreira de pneus que separa o trecho arquibancadas, até ser contido pela grade que cerca o público.

A Mercedes de Russell não havia sofrido danos comprometedores com o impacto, o que ainda possibilitaria seu retorno para a corrida após a bandeira vermelha. No entanto, ele estacionou seu W13 no trecho e saiu para ir até Zhou. Ao voltar, viu que o monoposto da Mercedes já estava sendo levado pelo guincho. Pelo regulamento, George já seria impedido de retornar à corrida após sair do carro.

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Apesar do intenso acidente, Zhou saiu ileso da batida. Ele passou pelo centro médico do Circuito de Silverstone e foi liberado ainda no domingo. O ocorrido motivou mudanças na F1. Silverstone asfaltou a área de escape do trecho e a Federação Internacional do Automobilismo (FIA) determinou a adoção de um topo arredondado no Santo Antônio dos carros.

A peça que fica na parte superior dos monopostos acima da cabeça dos pilotos não resistiu ao impacto com o chão, o que se atribuiu ao seu design; só o Halo, estrutura de titânio que circunda o cockpit, impediu a cabeça de Zhou de bater no chão.

Seu incidente aconteceu em meio à outros eventos paralelos: Lance Stroll e o agora ex-F1 Sebastian Vettel, antiga dupla da Aston Martin, tiveram um contato; Alexander Albon bateu forte apór rodar e Esteban Ocon também acabou atignido em sua roda dianteira direita.

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“Você deixaria sua filha lutar com atleta trans?”, questiona Michelly

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Michelly defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso

A vereadora Michelly Alencar (UB) voltou a defender a proteção do esporte feminino e criticou nesta quinta-feira (18), a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que declarou inconstitucional a lei municipal que restringia a participação de atletas trans em categorias femininas nas competições realizadas em Cuiabá.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, Michelly afirmou que a discussão não se encerra com a decisão judicial e defendeu que a Procuradoria-Geral do Legislativo se manifeste sobre o caso. A norma anulada pelo TJMT é de autoria do vereador Rafael Ranalli e havia sido aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Abílio Brunini (PL). A lei estabelecia o sexo biológico como critério para definição das categorias esportivas.

Segundo a parlamentar, a defesa da medida está relacionada à busca por equilíbrio competitivo nas modalidades esportivas femininas. “Você deixaria sua filha entrar em um ringue de boxe com um atleta trans? Você acharia justo uma mulher disputar uma prova de atletismo com uma atleta trans? Nós não estamos falando de ideologia. Estamos falando de competitividade”, afirmou.

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O Órgão Especial do TJMT decidiu, por unanimidade, derrubar a legislação sob o entendimento de que compete à União legislar sobre normas gerais do desporto, tornando a lei municipal formalmente inconstitucional. A ação foi proposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Mesmo reconhecendo a decisão da Justiça, Michelly reforçou que continuará defendendo a pauta. “Eu respeito a decisão do Tribunal de Justiça, mas também respeito o direito desta Casa de se posicionar. Vamos atuar dentro de todas as legalidades jurídicas para defender aquilo que acreditamos ser justo para o esporte feminino”, declarou.

“Eu sou extremamente contra a competição de atletas trans em categorias femininas. Não existe competitividade igualitária quando mulheres com formação biológica feminina disputam espaço com atletas que tiveram formação biológica masculina. É preciso continuar defendendo o óbvio”, afirmou.

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